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Foto: Gazeta de S.Paulo

Covid faz consumo de orgânicos crescer 50% no primeiro semestre

A Covid-19 potencializou a preocupação dos brasileiros em relação aos hábitos saudáveis, como lavar a mão com frequência. Isso é evidente! Mas, essa tendência também ampliou em mais de 50% o consumo de alimentos livres de agrotóxicos. A conta quem fez foi a Associação de Promoção dos Orgânicos. Uma pesquisa realizada pela entidade revelou que 84% dos entrevistados apontam como principal motivo para o consumo de orgânicos a preocupação com a saúde.

Esse levantamento reforçou pesquisas recentes realizadas por empresas especializadas em análise de varejo, que mostraram que os orgânicos são um dos pilares do crescimento do setor de alimentos saudáveis. A agricultura orgânica não é só um processo produtivo livre de venenos agrícolas: ela também preserva solo, fauna, flora e toda biodiversidade do entorno onde é praticada, fortalecendo a sustentabilidade do Planeta.

Mas, atenção: para um alimento ser considerado orgânico, segundo a legislação internacional, ele deve possuir selo de certificação que explicita categoria e porcentagem de matéria-prima orgânica.

Um produto considerado 'in natura' é aquele 100% orgânico. Já o alimento orgânico é aquele que contém pelo menos 95% de ingredientes produzidos de maneira limpa e sustentável. Outra classificação é a de 'produto feito com ingredientes orgânicos', ou seja, o alimento possui de 70% a 95% de matéria-prima provenientes da agricultura ou da pecuária orgânicas. Aqueles que contenham menos de 70% de ingredientes orgânicos, mas sigam as regras estabelecidas pela legislação, são considerados produtos naturais.

 

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