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Novo normal 'Economia Limpa' deve gerar 24 milhões de empregos no mundo até 2030

O Fórum Econômico Mundial e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) calculam que a 'Economia Limpa' pode gerar 24 milhões de empregos nos próximos oito anos. Essa estimativa leva em conta 13 mil projetos de geração de energia renovável que estão em estudo e implantação em 50 países. Esses projetos preveem investimentos de US$ 2 trilhões e vão de parques eólicos offshore na Inglaterra a usinas solares flutuantes no Vietnã. No Brasil, há ambiente para evolução de biocombustíveis e para intensificar a produção de bioenergia a partir de subprodutos agrícolas como a palhada da cana. O biogás também é promissor nas granjas de suínos. Mas, o Fórum Econômico Mundial e a OIT também projetam oportunidades em setores como ciências e políticas ambientais. Finanças e compras sustentáveis também serão campos promissores na era do carbono negativo. Até a moda vai demandar estilistas 'verdes'.

Dados do LinkedIn mostram que, em 2015, a proporção de empregos na área de petróleo/gás nos EUA em comparação com a área ambiental era de 5:1. Cinco anos depois, essa relação já era de 2:1. Nesse ritmo, o LinkedIn projeta que, até 2023, energias renováveis e meio ambiente superem petróleo e gás na oferta de empregos. Além de identificar habilidades específicas, o LinkedIn encontrou 400 profissões protagonistas na transição para a 'economia verde'.

Porém, o Relatório 2020 do Fórum Econômico Mundial estimou que quatro em cada dez trabalhadores precisarão ser requalificados para a mudança de paradigma que se avizinha. Portanto, tomar decisões inteligentes hoje pode preparar os jovens para os empregos de amanhã. Em suma, o mercado demandará sólida formação científica; competências para conceber construções mais eficientes e projetos de infraestrutura mais sustentáveis; aptidão para projetar e manter painéis solares, turbinas eólicas e veículos de baixas emissões; conhecimentos em agricultura orgânica, agricultura urbana e de precisão; e especialização em direitos humanos e ambientais, a fim de evitar prejuízos à saúde social.

'Grande joia' da...

De uma comunidade com 200 moradores na Serra Fluminense para o cardápio de renomados chefs foram necessárias décadas de aprimoramento de uma variedade de arroz que só agora começa a ser reconhecida como "grande joia" da culinária brasileira.

...culinária está brotando...

Produzido sem fertilizantes nem venenos, o arroz anã tem sabor e textura exclusivos no mundo devido ao cruzamento natural de plantas, ao clima e ao solo na divisa do Rio com Minas Gerais. Assim, o arroz anã acaba de ser indicado para a seleta lista de alimentos com Indicação Geográfica de Origem.

...nas areias de Copacabana

Mas, foi no setor de gastronomia do Senac de Copacabana que o arroz foi descoberto e ganhou novas roupagens que aliam o saber tradicional dos agricultores com receitas doces e salgadas...

A coluna na íntegra pode ser lida no site da Gazeta.

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