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A situação começou no fim de outubro de 2018, quando alunos e professores passaram mal
A situação começou no fim de outubro de 2018, quando alunos e professores passaram mal
Foto: Reprodução Google Maps

Água continua contaminada em unidade da FMU

Em outubro foi detectada contaminação da água na unidade da Vila Mariana; de acordo com a Covisa, problema persiste

Após cinco meses, a contaminação detectada na água de uma das unidades do Centro Universitário FMU, localizada na Vila Mariana, na zona sul da Capital, ainda não foi solucionada, de acordo com a Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa).

O órgão, ligado à Secretaria Municipal da Saúde, disse que quatro análises da água já foram realizadas e apresentaram a presença de bactérias. Informou ainda que a instituição foi multada e permanece com reservatórios de água lacrados. Em nota, a faculdade afirma que realizou todas as adequações solicitadas e que tem uma central de tratamento que garante a potabilidade da água em suas instalações.

A situação começou no fim de outubro do ano passado, quando alunos e professores apresentaram sintomas como vômito e diarreia. A partir de novembro, inspeções e análises da água começaram a ser realizadas. A faculdade entrou em recesso no fim do ano, as aulas foram retomadas e o problema
permanece.

De acordo com a Covisa, a última coleta foi realizada no dia 6 deste mês. Foi a quarta análise desde que a situação foi detectada. Dois dias depois, o resultado ficou pronto e apontou a presença de bactérias.

"Com isso, foi aplicada multa e os reservatórios dos blocos A e C permanecem interditados. A instituição de ensino foi orientada a realizar nova limpeza e higienização dos reservatórios, bebedouros e torneiras no prazo de sete dias, a contar do dia 21", informa a Covisa.

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) disse, em nota, que equipes estiveram no endereço da faculdade e no entorno para coleta de amostras de água no cavalete, localizado fora do prédio, em novembro de 2018 e nos dias 19 e 22 de fevereiro deste ano, e que "todos os testes tiveram resultado normal, sem alterações na qualidade da água, atendendo aos padrões de potabilidade definidos por lei". (ec)

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