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Jovens e adultos com idade entre 15 e 29 anos poderão se vacinar até o dia 12 de julho
Jovens e adultos com idade entre 15 e 29 anos poderão se vacinar até o dia 12 de julho
Foto: THIAGO NEME/GAZETA DE S. PAULO

Vacinação contra sarampo vai até 12 de julho na Capital

Campanha contra a doença tem o objetivo de imunizar 2,9 milhões de paulistanos; o "Dia D" será realizado em 29 de junho

A campanha de vacinação contra o sarampo na Capital, com início nesta segunda-feira, tem o objetivo de imunizar 2,9 milhões de paulistanos. A medida foi definida com Ministério da Saúde e a Prefeitura de São Paulo, uma vez que a cidade é um grande ponto de chegada e saída de viajantes de todo o mundo.

Desse modo, jovens e adultos com idade entre 15 e 29 anos, faixa etária considerada mais vulnerável a infecções, poderão ser vacinar até o dia 12 de julho. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, o "Dia D" será realizado em 29 de junho.

DOSES.

A vacina tríplice viral protege contra sarampo, rubéola e caxumba e as doses estão disponíveis na rede estadual durante o ano todo na rotina dos postos. O Programa Estadual de Vacinação prevê administração da dose aos 12 meses e um reforço aos 15 meses com a tetraviral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela).

Há contraindicação para gestantes e imunodeprimidos, como pessoas submetidas a tratamento de leucemia e pacientes oncológicos. "A pasta faz monitoramento epidemiológico ininterrupto no Estado quanto a circulação de todas às doenças. Com esta campanha, queremos vacinar e proteger a população, considerando a possibilidade da reintrodução do vírus, como já se verifica em outros locais do Brasil", explica o secretário de Estado da Saúde, José Henrique Germann Ferreira.

REGISTROS.

Em 2019, até o momento, o Estado de São Paulo registrou 51 casos confirmados de sarampo, com o mesmo vírus que circula na Europa e Índia, por exemplo. Em 2018, São Paulo registrou três casos confirmados, sendo um importado da Ásia Ocidental e outros dois do estado do Amazonas.

"A circulação endêmica da doença foi interrompida no Estado no ano 2000. Casos esporádicos ocorreram eventualmente desde então", afirma a diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica, Regiane de Paula. (GSP)

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