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No local, as mulheres vítimas de violência psicológica, física e moral poderão ser atendidas por uma equipe especializada
No local, as mulheres vítimas de violência psicológica, física e moral poderão ser atendidas por uma equipe especializada
Foto: NAIR BUENO/DIÁRIO DO LITORAL

Estação do Metrô recebe Posto Avançado de Apoio à Mulher

Espaço vai acolher vítimas de violência doméstica e assédio; atendimento funciona de segunda à sexta-feira, das 8h às 19h, exceto em feriados

O Posto Avançado de Apoio à Mulher, localizado na Estação Santa Cecília (Linha 3-Vermelha) será inaugurado nesta quinta-feira (17) pela Prefeitura de São Paulo, através da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC). Agora, as mulheres têm uma nova opção para denunciar agressões e receber orientação sobre como proceder em casos de violações de direitos.

O espaço está pronto para atender mulheres vítimas de violações como assédio e agressões, que podem ou não ocorrer dentro do transporte público, além de casos de violência doméstica. O posto está localizado em uma localização central da estação, bem diante das catracas de acesso, e conta com profissionais da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania e uma uma sala que oferece a privacidade necessária para os atendimentos.

A mulher vítima de violência, seja psicológica, física, moral ou que tenha sofrido qualquer outro tipo de agressão, será atendida por uma equipe especializada composta por assistente social e psicóloga. Se necessário, a vítima receberá um possível encaminhamento à rede de enfrentamento à violência contra a mulher como a Casa da Mulher Brasileira, os Centros de Referência da Mulher (CRM) ou Centros de Cidadania da Mulher (CCM).

O atendimento funciona de segunda à sexta-feira, das 8h às 19h, exceto em feriados. “Ter um posto como este facilita o acesso das vítimas à ajuda que elas precisam e que a cidade oferece em outros equipamentos. Dependendo do caso ela pode ser encaminhada para outras unidades da rede, onde poderá fazer um Boletim de Ocorrência, obter uma medida protetiva da justiça ou até mesmo ficar abrigada se houver risco iminente”, diz a Secretária de Direitos Humanos e Cidadania Cláudia Carletto.

“Muitas vezes a mulher que está numa relação abusiva é coagida a não denunciar e tem seus passos monitorados pelo agressor, neste contexto é importante que haja um Posto de Apoio num local de fácil acesso, onde ela pode buscar ajuda no caminho ou na volta do trabalho”, ressalta a secretária executiva de políticas para mulheres da SMDHC, Kátia Boulos.

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