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Até esta segunda-feira, Tupi Paulista registrava 450 casos e 7 mortes pela Covid-19
Até esta segunda-feira, Tupi Paulista registrava 450 casos e 7 mortes pela Covid-19
Foto: Kjpargeter/FreePik

Em SP, 11% da população que pratica isolamento teve contato com a Covid-19

Inquérito sorológico foi divulgado nesta quinta-feira pela prefeitura; entre aqueles que declararam não restringir contatos, o índice de prevalência sobe para 28,9%

Um levantamento divulgado pela Prefeitura de São Paulo nesta quinta-feira (14) indicou que 11,4% da população paulistana que não tiveram contato social com amigos e familiares, exceto com os que vivem na mesma casa, já contraíram Covid-19. Entre aqueles que declararam não restringir contatos, o índice sobe para 28,9%.

Os dados integram um inquérito sorológico que realizou testes de anticorpos em 1.960 pessoas durante o início do mês de janeiro. Esta é a primeira de quatro fases do mapeamento de busca.

Regiões

Esta fase do inquérito indicou que a Coordenadoria Regional de Saúde Leste da capital paulista apresentou o maior índice de prevalência da doença, com 19,4%. A região Sul aparece em seguida, com 16,4%. A região Sudeste tem 12,4%, a Norte tem 10,9% de contaminados e a Centro-Oeste tem 8,%.

Na última fase do inquérito de 2020, os índices de prevalência de contaminação de acordo com a região da cidade eram 19,8% na região Sul, 13,8% na região Norte, 11,7% na região Leste, 10,3% na Sudeste e 5,5% na região Centro-Oeste da capital.

O exame sorológico avalia a presença de anticorpos específicos (IgM/igG), ou seja, identifica casos passados da doença. Ele é usado para monitorar a porcentagem da população que já teve contato com o vírus. A presença de anticorpos no organismo não significa que a pessoa está imune à doença.
Idade

O levantamento mostrou ainda que a contaminação é maior em pessoas de 35 a 49 anos (19% de prevalência). Enquanto moradores da capital de 50 a 64 anos apresentaram 13,7 % de prevalência.

Em relação à escolaridade, a fase 1 do inquérito de 2021 apontou que 16,6% das pessoas com testes positivos possuem ensino médio, 14,3% nunca estudaram e 13,2% possuem ensino fundamental. No levantamento por raça e cor, os pretos e pardos seguem com um maior índice de exposição ao vírus, 15,6%.

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