últimas notícias
Leito de UTI no estado de São Paulo
Leito de UTI no estado de São Paulo
Foto: Felipe Barros/Ex Libris/PMI

Nova lei: Prefeito de SP sanciona visita virtual a pacientes com Covid

Projeto de autoria dos vereadores Arselino Tatto e Jair Tatto (ambos do PT) oferece a pacientes a possibilidade de comunicação com familiares

Nesta terça-feira, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) vai oficializar a promulgação da lei que institui o Programa de Visita Virtual para pacientes internados com Covid-19 na cidade de São Paulo.

O projeto de lei, apresentado na Câmara Municipal de São Paulo ainda em 2020 pelos vereadores Arselino Tatto e Jair Tatto (ambos do PT), oferece ao paciente a possibilidade de comunicação com seus familiares por meio de chamadas de vídeo, via celular ou tablet.

Nesta terça, o vereador Arselino Tatto celebrou a promulgação pelo Executivo. “Fico muito feliz que o prefeito tenha a sensibilidade de sancionar essa iniciativa, especialmente neste momento em que nós sofremos com um novo pico da pandemia, é justo e necessário que o paciente internado possa receber o conforto de sua família, mesmo que de forma virtual, e isso precisa estar disponível em todas as unidades de saúde da cidade, a visita virtual precisa virar uma rotina”.

Para o vereador, a medida vai atenuar o sofrimento psicológico de familiares de pacientes com a Covid-19.

"A pandemia nos obrigou a vivenciar o isolamento social de forma cruel, os pacientes hospitalizados com a doença enfrentam um duplo desafio: vencer o vírus e superar a distância das pessoas que amam. Todos nós conhecemos alguém que passou ou está passando por esse drama”, disse ele.

A lei

De acordo com a proposta, o paciente passa a ter contato com seus familiares de forma regular e contínua, por meio de aparelhos tecnológicos, como celular e tablet. A Prefeitura de São Paulo poderá fazer parcerias ou convênios com empresas privadas para adquirir os equipamentos, minimizando os custos para o município.

Segundo a defesa do projeto, a visita virtual atenua o sentimento de solidão do doente que poderá responder de forma mais positiva ao tratamento, já que o fator emocional, segundo os profissionais de saúde, é um grande aliado para alcançar a cura.

Arselino Tatto acredita que o programa também pode ajudar pacientes com outras doenças e, que por motivos diversos, estejam impossibilitados de receber visitas durante o período de internação.

Comentários

Tops da Gazeta