Eleições 2026: partidos evitam declarar apoio e ampliam disputa política

Os bastidores das eleições 2026, as movimentações de partidos, alianças estaduais e novos capítulos da disputa política no Brasil

Enquanto chefes do Executivo têm limite de duas gestões seguidas, parlamentares podem se candidatar sem restrições / Gabriela Biló/Folhapress

A “neutralidade” dos Partidos Progressistas, Republicanos e Podemos na eleição presidencial, diante do cenário indefinido entre Lula da Silva (PT) com Flávio Bolsonaro (PL). Foto: Gabriela Biló/Folhapress

“Neutralidade” sem-vergonha

A “neutralidade” dos Partidos Progressistas, Republicanos e Podemos na eleição presidencial, diante do cenário indefinido entre Lula da Silva (PT) com Flávio Bolsonaro (PL), só reforça o que o povo já sabe: o projeto desses partidos é de Poder, não pelo Povo.

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Não ter lado neste momento mostra que o pragmatismo político foi para o brejo e a sem-vergonhice mostra a cara. Neutros agora e ou num eventual 2º turno, os caciques (e suas bases) vão pular no colo de quem ganhar.

Paraguai nuclear

Citamos aqui na terça (4) que o Paraguai está com demanda alta para energia industrial, com leva de multinacionais de diferentes setores se instalando no País, e que a Usina de Itaipu não supre essa nova carga.

O Governo Hermano acaba de fechar acordo com os Estados Unidos no setor nuclear para apoio de tecnologia para instalação de energia nuclear. No Brasil, já temos de Angra 1 a 3, longe da capacidade de geração prometida.

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Ghosn, o retorno?

Foragido da Justiça do Japão, acusado de crimes financeiros na multinacional, ele vive em Beirute, sob proteção da cidadania. Ghosn estava em prisão domiciliar em Tóquio e fugiu dentro de uma caixa de violoncelo e de jatinho.

Com a estreia da conta no Instagram @carlos.ghosn.official, o libanês-brasileiro Carlos Ghosn, o ex-todo poderoso CEO da Renault-Nissan, tem dado dicas nas redes como coach empresarial.

Cárcere sobre ondas

Ancoram em mares internacionais nas costas do Brasil, Chile e Peru, sem alarde, navios-prisões chineses. Têm estrutura para pesca em alto mar, de sardinha (Atlântico) e salmão e camarão (no Pacífico).

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A maioria dos “pescadores” são detentos chineses que colaboram na pesca, limpeza e processamento interno dos pescados, que já chegam nos portos da Ásia prontos para venda e consumo. Se o Brasil tivesse essa ideia…

Quem dá mais?

O presidente da Câmara de Salvador, Carlos Muniz (PSDB), decidiu valorizar seu apoio na disputa pelo Governo da Bahia. Reuniu-se com ACM Neto e, segundo interlocutores, apresentou e estabeleceu, digamos, um piso político para apoiá-lo.

Para ampliar a barganha, Muniz fez a reunião chegar aos ouvidos dos petistas para tentar algo do governador Jerônimo (PT). Como ele não topou, Muniz declarou apoio a ACM.

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Chapa definida

O governador Mateus Simões (PSD), candidato à reeleição em Minas, oficializou a chapa majoritária para as eleições.

A coligação será formada com a federação União-PP, Novo, federação PRD e Solidariedade, e Avante. O candidato a vice será Danilo de Castro (União). Não haverá aliança para o Senado. Carlos Viana (PSD), Marcelo Aro (União-PP) e Marco Antônio Costa, o Superman (Novo), serão os candidatos.