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Enel fora de SP?

Segundo Nunes, o decreto do governo que antecipará as renovações desses contratos não permitirá que a empresa renove a concessão pois está em "processo de caducidade"

Pedro Nastri

Publicado em 19/04/2024 às 19:30

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Enel / Rovena rosa/Agência Brasil

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), disse que a Enel não conseguirá renovar a concessão da distribuição de energia elétrica na capital paulista. Segundo Nunes, o decreto do governo que antecipará as renovações desses contratos não permitirá que a empresa renove a concessão pois está em “processo de caducidade”. Em conversa com jornalistas, o prefeito disse que teve a confirmação do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, de que a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) já abriu um processo de extinção da concessão devido às repetidas interrupções no fornecimento de energia na capital paulista. Apesar do confirmação de Silveira ao prefeito da capital paulista, a Aneel ainda avalia a possibilidade de caducidade. A agência fiscalizadora instaurou um processo administrativo de fiscalização para apurar se a Enel cumpre os requisitos da concessão.

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Esplanada Paulista

Moradores e comerciantes do entorno da Praça Princesa Isabel, no centro de São Paulo, afirmam que foram pegos de surpresa com o projeto da gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) de desapropriar prédios do bairro para a construção da nova sede administrativa do governo estadual. O projeto prevê demolir edifícios da região para abrir espaço aos novos prédios do governo. Para isso, cinco quadras do bairro Campos Elíseos foram declaradas como de “utilidade pública” no fim de março, no primeiro passo para a futura desapropriação. A falta de informações sobre o tema tem gerado insegurança na população, mesmo entre aqueles que defendem a revitalização do centro. Segundo nota técnica divulgada pelo grupo LabCidade, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), 800 pessoas vivem na área englobada pelo projeto. Entre eles, estão moradores de cortiços que também não foram avisados sobre as possíveis desapropriações.

Aquático SP será operado pela SPTrans

O prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), decidiu tirar a operação do futuro Aquático SP, transporte público feito por barcos na represa Billings, da Transwolff, empresa de ônibus suspeita de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Agora, a operação do “ônibus aquático”, que ainda não tem data para ser inaugurado, será feita pela São Paulo Transporte (SPTrans), empresa municipal que gerencia o sistema de ônibus da capital paulista. A Transwolff já está sob intervenção da Prefeitura de São Paulo, junto com a viação Upbus, desde o dia 9/4, quando as duas empresas foram alvo de uma operação do Ministério Público (MPSP) que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro para a facção criminosa. Membros da procuradoria ainda devem detalhar como formalizar a mudança da operação dos barcos do Aquático, uma vez que a aquisição das embarcações e as obras para viabilizar o deslocamento pela represa Billings foram feitas em parceria com a Transwolff.

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