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Mercado Livre Arena Pacaembu

Allegra Pacaembu, empresa que detém a concessão do estádio, anunciou nesta quarta-feira (31) que fechou um acordo com a empresa Mercado Livre para a venda dos naming rights do Pacaembu

Pedro Nastri

Publicado em 09/02/2024 às 14:57

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O acordo prevê um investimento acima de R$ 1 bilhão por 30 anos de parceria / Daniel Villaça/Gazeta de S. Paulo

A Allegra Pacaembu, empresa que detém a concessão do estádio, anunciou nesta quarta-feira (31) que fechou um acordo com a empresa Mercado Livre para a venda dos naming rights do Pacaembu. O acordo prevê um investimento acima de R$ 1 bilhão por 30 anos de parceria.

O contrato será de cinco anos, mas será sempre renovado por mais cinco anos. Assim, o estádio passará a ser chamado de Mercado Livre Arena Pacaembu. CEO da concessionária responsável pelo estádio, Eduardo Barella reforçou o compromisso histórico do Pacaembu, que permanecerá com o nome original da fachada: Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho.

O Pacaembu acabou fechado em 2020, mas, naquele ano, por causa da pandemia de Covid-19. Assim, a reforma começou alguns meses depois. A expectativa era de que reabrisse no último dia 25 de janeiro. Contudo, as obras não avançaram.

PRTB entra na corrida eleitoral 2024

Com a morte de seu grande líder, Levy Fidelis, o Partido Renovador Trabalhista Brasileiro - PRTB, entrou em processo de ostracismo e de uma enorme disputa política, com vários membros auto-intitulando presidentes, diretores, delegados, etc.

O imbróglio foi parar no TSE, nas mãos do Ministro Alexandre de Morais, que nomeou um interventor, obrigando o partido a realizar novas eleições presenciais, que acontecerá no próximo dia 23. Com isso, alguns filiados já começaram a ventilar como pré-candidato à Prefeitura de São Paulo o nome de Walter Ciglione, que disputou o cargo de Governador do Estado no pleito de 2014 pelo mesmo partido.

"Ciglione é o melhor nome que o PRTB pode apresentar, pois possui uma vivência eleitoral e soube se portar muito bem nos debates, apresentando de forma consistente seu plano de governo", disse um filiado.

Sabesp não cumpre tarifa social da água

Cerca de 900 mil famílias de baixa renda – o que corresponde a algo em torno de 3 milhões de pessoas estão pagando tarifas de água e esgotos significativamente maiores do que deveriam pagar no Estado de São Paulo. Isso porque não está sendo aplicada deliberação da ARSESP – Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Estado de São Paulo, aprovada em 2021. A deliberação, que previu uma implantação gradativa das tarifas social e vulnerável e o benefício que alcançaria os usuários inscritos no CadÚnico, já deveria estar plenamente em vigor desde setembro de 2023.

O número de pessoas ainda não atendidas pelo benefício é uma estimativa pois a Agência, além de não cobrar o efetivo cumprimento do acordo, se recusa a fornecer os dados que sinalizam o quadro atual de implantação das modificações que foram decididas conjuntamente com a SABESP. Uma carta aberta que denuncia a omissão da ARSESP já foi assinada por mais de 30 entidades e organizações sociais, que dizem: “a não aplicação da referida deliberação explicita a intenção do Governo do Estado, apoiada pela omissão da ARSESP, de fazer qualquer movimentação que impacte a lucratividade da SABESP e que possa atrapalhar seus planos de privatização.”

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