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Pedro Nastri

"Não perturbe" bancário

"Não perturbe" bancário. Começou a valer no dia 2 de janeiro o "Não perturbe" dos bancos. A medida, proposta no ano passado, tem como objetivo frear as ligações dos bancos com ofertas de crédito consignado a aposentados e pensionistas. Para bloquear essas ligações, os interessados devem cadastrar os números fixos e de celular ligados ao próprio CPF. A partir do bloqueio, os bancos têm até 30 dias para se adequar e não realizar mais as ligações. O link para realizar o bloqueio estará disponível nas páginas das 23 instituições financeiras que aderiram ao programa, responsáveis por 98% do volume da carta de crédito no Brasil. Entre elas, estão Banco do Brasil, Santander, Caixa e Bradesco. A iniciativa foi promovida pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Associação Brasileira de Bancos (ABBC), em parceria com a Secretaria Nacional do Consumidor.

Acidentes nas estradas. O número de acidentes registrados nas estradas federais, entre os feriados de Natal e Ano Novo, teve queda de cerca de 30%, de acordo com balanço divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Entre os dias 21 e 25 de dezembro, a PRF registrou 1.134 acidentes, com 97 mortes. No período entre os dias 28 de dezembro e 1º de janeiro, 70 pessoas perderam a vida, em 863 acidentes. Os principais fatores que influenciaram as tragédias, segundo o balanço da PRF, foram direção perigosa, excesso de velocidade, ultrapassagens em locais proibidos e embriaguez ao volante.

Crença na democracia. Para 62% dos brasileiros, a democracia é sempre melhor do que qualquer outra forma de governo. O levantamento é do Datafolha, que ouviu 2.948 pessoas em 176 municípios, entre 5 e 6 de dezembro últimos. O número era maior da última vez em que a pergunta foi apresentada, a uma semana do primeiro turno, em 2018. Naquele outubro, 69% preferiam a democracia a qualquer outro. Na época, 13% afirmavam que tanto fazia se o governo era democrático ou ditatorial. Agora, 22% o afirmam. A percepção da democracia é melhor conforme aumentam renda ou escolaridade. Oitenta e cinco por cento daqueles com nível superior e 81% dentre os com renda familiar superior a dez salários defendem o regime democrático. A mesma defesa é feita por 48% de quem tem apenas o ensino fundamental e 53% de quem ganha até dois salários por mês. 

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