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Por Pedro Nastri - Colaborador
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Natalini desiste de ser candidato

Natalini desiste de ser candidato. A partir de janeiro de 2021, o vereador mais presente no plenário da Câmara Municipal de São Paulo nos últimos 20 anos deixará de marcar seu nome no painel eletrônico, pedir um aparte nos discursos dos colegas ou mesmo atender a imprensa para relatar sua mais recente representação ao Ministério Público sobre questões, geralmente, de saúde e meio ambiente. Gilberto Natalini, hoje com 68 anos, deixará a política parlamentar. A decisão de não disputar a reeleição foi anunciada nessa quarta-feira (2) pelas redes sociais. Segundo o vereador, o tipo de política que ele pratica, baseada em ações coletivas de bem-estar social, não encontra mais eco na Câmara Municipal. "Sou assim desde criança e vou morrer assim. A política tinha um pouco disso, mas esvaiu-se completamente. Mal tenho com quem conversar naquela Câmara. E nos partidos e nas lideranças. Os sonhos morreram. Espero que ressuscitem", disse.

Contra volta às aulas. Quatro sindicatos entraram na Justiça contra a volta às aulas presenciais no Estado de São Paulo. As atividades foram suspensas em março por conta da pandemia do novo coronavírus. Pelo plano anunciado pelo governo paulista, as atividades serão retomadas gradualmente, a partir da próxima terça-feira (8). A ação civil pública foi protocolada pela Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de SP), em conjunto com o CPP (Centro do Professorado Paulista), a AFUSE (Sindicato dos Funcionários e Servidores da Educação do Estado de SP) e a Fespesp (Federação dos Professores do Estado de SP). O documento é "contra a volta das aulas presenciais até que haja certeza quanto ao resguardo da saúde de todos os envolvidos". O texto solicita liminar que cancele qualquer programação presencial e requer que todas as escolas públicas e privadas no Estado sejam mantidas fechadas, mantendo apenas atividades de ensino remoto.

Economia aquecida. O número de novas empresas abertas no Estado de São Paulo foi o maior já registrado no mês de agosto desde o início da série histórica iniciada em 1998, de acordo com a Jucesp, a Junta Comercial paulista. Foram 22.825 novos CNPJs. Esta foi a quarta alta seguida no número de abertura de empresa em SP desde abril - quando foi perceptível a desaceleração devido à pandemia. O número é também o maior no ano e supera o mês de julho, quando foram abertas 21.788 novas empresas. Desde o dia 25 de agosto, está suspenso o pagamento da tarifa para abertura de novas empresas no Estado. A medida vale até o dia 23 de outubro. A iniciativa faz parte do plano de retomada econômica para impulsionar o empreendedorismo e estimular a economia, atenuando os impactos na geração de emprego e renda decorrentes da pandemia do coronavírus.

 

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