últimas notícias
Em destaque
Resumo da semana das notícias mais quentes da cidade de São Paulo com Pedro Nastri, jornalista e apresentador da Rádio Trianon.
[email protected]
Pedro Nastri é colunista da Gazeta e âncora na Rádio Trianon 740 AM
Pedro Nastri é colunista da Gazeta e âncora na Rádio Trianon 740 AM

Coluna do Nastri: Ministério da Saúde passa a exigir dados adicionais para registro de óbitos

De acordo com o secretário estadual de Saúde Jean Gorinchteyn, o SIVEP-Gripe passou a exigir dados como número de CPF, cartão de vacinação do SUS, declaração de estrangeiro e a confirmação ou não se o paciente já havia se imunizado contra o coronavírus.

Mudança no sistema e mortes
O Ministério da Saúde passou a exigir dados adicionais para o preenchimento de óbitos pelo coronavírus no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe). A informação foi anunciada pelo governo de São Paulo, segundo o qual a alteração foi feita sem aviso prévio e pode causar nos próximos dias um "represamento de dados" sobre a pandemia. De acordo com o secretário estadual de Saúde Jean Gorinchteyn, o SIVEP-Gripe passou a exigir dados como número de CPF, cartão de vacinação do SUS, declaração de estrangeiro e a confirmação ou não se o paciente já havia se imunizado contra o coronavírus.

Renda Básica
Começou o pagamento da renda básica emergencial da cidade de São Paulo. Três parcelas de R$ 100 mensais vão beneficiar mais de 480 mil famílias inscritas no Programa Bolsa Família até de 30 de setembro do ano passado. Pessoas com deficiência, independente de idade, receberão um benefício no valor de R$ 200 por mês. A medida, no entanto, não vale para quem recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC). O benefício também se destina a famílias de trabalhadores ambulantes informais que atendam aos critérios do Programa Bolsa Família e que possuam TPU (Termo de Permissão de Uso) vigente ou tenham cadastro no Sistema Tô Legal para o comércio ou prestação de serviços ambulantes.

Cresce fome nas comunidades
Após mais de um ano desde o início da pandemia, os efeitos socioeconômicos prolongados da tragédia têm zerados os estoques de comida de doações às associações comunitárias e ONGs, que veem de mãos atadas a fome e a miséria crescerem nas comunidades em que trabalham. Segundo relatos dos líderes, a situação começou a se escalar a partir de 2021, ano em que a pandemia chegou ao seu pior momento, levando à volta de medidas radicais de isolamento social e fechamento de comércios. O Brasil passa atualmente pelo momento mais sensível da doença, que já mata mais de 3 mil pessoas por dia. Com o prolongamento da crise sanitária, presidentes das instituições de caridade viram as doações caírem em até 95% em comparação com o início da quarentena, em março de 2020.


Festas clandestinas
A força-tarefa criada pelo governo de São Paulo para fiscalizar estabelecimentos que desrespeitam as determinações do plano de flexibilização econômica fechou mais 716 festas clandestinas e comércios durante fase emergencial em 14.495 fiscalizações. A informação foi dada durante coletiva de imprensa com o governador João Doria, no Palácio dos Bandeirantes. A força-tarefa é composta por agentes de órgãos do governo do Estado para reforçar o trabalho de fiscalização dos municípios e o cumprimento das regras previstas no Plano São Paulo. O objetivo é coibir festas clandestinas e aglomerações em estabelecimentos comerciais irregulares. Neste período, a Polícia Militar atuou em diversos pontos da capital, com orientações para dispersão de aglomerações. Foram abordadas mais de 300 mil pessoas, sendo 444 delas detidas

Comentários

Tops da Gazeta