Estado tem 28 famílias políticas na disputa

Na última parte do “Álbum das Eleições 2018”, a Gazeta mostra as famílias mais dominantes e influentes de São Paulo Por Marcelo Tomaz De São Paulo

As 28 principais famílias políticas de São Paulo lançaram candidaturas nas eleições deste ano. Na última parte do “Álbum das Eleições 2018”, a Gazeta traz os nomes mais influentes e dominantes da política paulista. Entre as famílias estão os Curiati, Rossi, Araújo, Tripoli e os Macris.

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Mesmo os mais velhos das famílias deixando a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), as novas gerações continuam se candidatando ao cargo de deputado, por exemplo. É o caso do médico Antonio Salim Curiati (PP), de 90 anos, que após 10 mandatos como deputado estadual decidiu não tentar a reeleição, no entanto ele espera que um de seus filhos herda seu lugar na Alesp.

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Na próxima semana, Antonio Salim espera ver um de seus cinco filhos, o empresário Antonio Carlos Curiati (PP), de 60 anos, eleito. “Ele é aplicado, carinhoso, sabe fazer política e passar a mensagem certa. Vai ter resultado favorável”, disse.

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Essa passagem de bastão continua forte nas atuais eleições. Sobrenomes que se espalham no Brasil e que representam dominação e influência em regiões ou em estados todos. Algumas em decadência, outras em ascensão. Umas muito poderosas, outras mais localizadas.

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Um dos grupos mais simbólicos são os Tatto, da Capela do Socorro, na capital paulista. Três dos cinco irmãos são candidatos pelo Partido dos Trabalhadores (PT) em 2018, ao Senado, Câmara dos Deputados e Alesp. Dois são vereadores da cidade. Não por acaso, o bairro da zona sul passou a ser conhecido como “Tattolândia”.

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Já os Leite, família com base eleitoral no M’Boi Mirim e no Grajaú, contam com dois candidatos pelo Democratas (DEM). O patriarca Milton, presidente da Câmara Municipal de São Paulo, tentará reeleger o primogênito Milton e o caçula Alexandre aos cargos de deputado estadual e federal, respectivamente.

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Em Barueri os Furlan, em Itu os Passos, em Hortolândia os Perugini, em Ribeirão Preto os Rossi, em Jales os Araújo, em Botucatu os Monti, em Pirassununga os Marquezelli e em Americana os Macris. “Acho que já ouvi esse sobrenome antes…” é uma impressão que todo mundo tem ao assistir o horário eleitoral gratuito em São Paulo. Entretanto, a relação familiar na política muitas vezes não tem a ver com um parentesco direto.

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Um exemplo é o núcleo da família Alvino, de Guararema. O pai, Sebastião, foi prefeito duas vezes na década de 70 e a mãe, Conceição, três vezes entre os anos 80 e 2000. Os espólios do casal foram assumidos pelo filho Márcio e por seu amigo de infância, André do Prado, ambos do Partido da República (PR).

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Prado foi vereador duas vezes, vice-prefeito no mandato derradeiro de Conceição e Prefeito de Guararema na sequência. Foi sucedido por Márcio em 2009 e eleito deputado estadual em 2010. Após uma reeleição, o Alvino mais novo também deixou a prefeitura para assumir vaga na Câmara dos Deputados.

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As teias dos grupos políticos familiares muitas vezes se cruzam. Em 2016, Prado exonerou um dos assessores especiais de seu gabinete após uma reportagem do “SBT” mostrar que ele estava no cargo há três anos, recebia R$ 17 mil mensais e não aparecia para trabalhar. O funcionário em questão era Renato Bolsonaro, irmão do presidenciável Jair Bolsonaro e tio do deputado federal por São Paulo Eduardo Bolsonaro, ambos do Partido Social Liberal (PSL).

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As relações, apesar de diversas, muitas vezes não são aparentes. Um exemplo é a ligação entre os Pinato, os Russomanno e os Fernandes. Fausto Pinato, irmão do vereador de Fernandópolis Gustavo Pinato, do Partido Popular Socialista (PPS), é deputado federal eleito pelo Partido Progressista (PP) com os votos de Celso Russomano, filho do ex-prefeito de Peruíbe Geraldo e irmão dos suplentes de vereador por São Paulo Attila e Mozart – que também já foi deputado estadual).

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77 deputados tentarão reeleição em outubro

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Neste ano, 77 parlamentares vão tentar continuar na Alesp. Outros sete buscam um mandato de deputado federal e mais 10 optaram por não participar do processo eleitoral. A quantidade de candidaturas à reeleição indica a possibilidade de que 2018 tenha o menor índice de renovação da história da Casa, superando 2014, quando 62 deputados foram reeleitos – ou 69,1%.

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O número de reeleitos em São Paulo só aumenta desde 1990, quando 20 dos 84 parlamentares da Legislatura anterior foram reconduzidos à Casa. Em 1994, foram 24 reeleitos. Quatro anos mais tarde, quando a Alesp já tinha 94 deputados, o número de reeleitos quase dobrou – foram 44. Em 2002, 47 conseguiram permanecer na Casa; 49 em 2006 e, em 2010, o número de reeleitos chegou a 60.

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Após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de impedir que empresas doem para as campanhas, o Congresso Nacional definiu novas regras de financiamento para candidatos. Uma das novidades é o teto de gastos de R$ 1 milhão para campanhas de candidatos a deputado estadual, o que enfraqueceu as novas candidaturas.

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Deputada desde 2003, Beth Sahão (PT) também vê dificuldades para conseguir uma reeleição neste ano por conta da restrição de recursos e do menor tempo de campanha. “Estarei mentindo se falar que será fácil. As mudanças favorecem quem tem dinheiro e causam desequilíbrio na disputa”, diz. A candidata acredita que os deputados estaduais devem ser os mais afetados dentro da estrutura partidária.

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Na outra ponta, há uma minoria que preferiu afastar-se da Alesp. O tucano Celino Cardoso abriu mão da candidatura após seis mandatos consecutivos – entrou em 1995, junto com o PSDB no governo do Estado – para se dedicar à vida empresarial. “Foi uma decisão pensada com a família, de que chegou a hora de descansar e cuidar melhor das minhas empresas”, afirma Cardoso, que atua no ramo hoteleiro e da construção civil.

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Como é de costume entre caciques políticos, Cardoso tentará fazer um sucessor, no caso, sua ex-chefe de gabinete Sandra Santana, que tentará uma cadeira na Alesp pela primeira vez pelo PSDB. Em 2016, ele já ajudou a eleger a filha Aline Cardoso (PSDB) vereadora da capital paulista – hoje ela é secretária de Trabalho da gestão Bruno Covas. *

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Famílias lançam mais de 60 candidatos no Brasil

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Aos 88 anos e com 15 mandatos legislativos na bagagem, o deputado federal Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) resolveu enfim deixar a Câmara. Mas não a política. Tanto é que vai tentar emplacar um filho no seu lugar, além de um outro filho e um neto na Assembleia de Minas.

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A bicentenária linhagem parlamentar que se inicia com José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838), conhecido como o Patriarca da Independência, produziu Andradas políticos em todas essas décadas e, a depender da família, continuará a produzir.

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A dinastia fica sediada em Barbacena, um dos palcos da Inconfidência Mineira. “A campanha dos meus filhos e do meu neto quem está coordenando sou eu. Estou orientando tudo, estou fazendo tudo, participando ativamente da política”, diz Bonifácio. “Eles serão a sexta geração. Eu sou a quinta geração que ininterruptamente desde 1823 tem um deputado na Câmara dos Deputados. E eu falei com eles: tratem de segurar a bandeira. Até aqui eu segurei, agora vocês têm que levar daqui pra frente”.

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O neto de Bonifácio, Doorgal Andrada, já é vereador em Belo Horizonte. Tem 25 anos.

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Atualmente o Brasil tem cerca de duas dezenas de grandes clãs políticos.

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Um dos mais longevos é comandado pelo ex-presidente José Sarney (MDB), de 88 anos, hoje sem mandato, que passa por um momento delicado. Tenta se reerguer no seu reduto, o Maranhão, cujo comando de quatro décadas foi parar em 2014 nas mãos do oposicionista Flavio Dino (PC do B).

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A filha Roseana (MDB) tentará retomar o governo. Outro filho, o ex-ministro Sarney Filho (PV), é candidato ao Senado. O neto Adriano (PV) é o nome da família à reeleição para deputado estadual.

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Em bem melhor situação estão os Calheiros em Alagoas, os Barbalho no Pará e os Ferreira Gomes no Ceará.

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Em Alagoas, Renan Calheiros (MDB) disputa a reeleição ao Senado. O filho, a reeleição ao governo do estado. Um irmão, a reeleição à Assembleia. Um sobrinho é prefeito de Murici (AL), seu reduto eleitoral.

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No Pará, o clã Barbalho lançou cinco nomes: o de Jader (MDB) ao Senado (reeleição), o de seu filho Helder ao governo, além de duas ex-mulheres e de um primo à Câmara dos Deputados.

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No Ceará do presidenciável Ciro Gomes (PDT), seu irmão Cid disputa o Senado. Outra irmã, a Assembleia. Outros dois irmãos estão em cargos executivos, no governo do estado e no comando da Prefeitura de Sobral, berço político da família.

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Na Paraíba, os Cunha Lima têm quatro candidatos. No Rio Grande do Norte, os Alves e os Maia lançaram oito nomes ao todo. Em Pernambuco, a principal aposta do PSB para a Câmara é João Campos, de 24 anos, filho do ex-governador Eduardo Campos (morto em 2014), que era neto do ex-governador Miguel Arraes (1916-2005). Os Coelho, outro clã do estado, lançaram três nomes.

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No Rio de Janeiro, há atualmente um clã de candidatos de pais encarcerados. Filhos de Sergio Cabral (MDB), Eduardo Cunha (MDB) e Jorge Picciani (MDB) são candidatos na atual eleição. Antonhy Garotinho (PRP), que chegou a ser preso no ano passado, é candidato ao governo. Dois de seus filhos, a deputado federal.

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Entre os presidenciáveis, além de Ciro há outros concorrentes com familiares na política. Como Alvaro Dias (Podemos) e Jair Bolsonaro (PSL). Três filhos do capitão reformado são parlamentares. Dois deles, candidatos em 2018.

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Em estudo publicado em 2014, a Transparência Brasil mostrou que quase a metade dos integrantes da Câmara e do Senado alavancou parentes ou foi por eles promovido, com percentual mais alto entre nordestinos, mulheres e detentores de concessão de rádio e TV.

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“Entra e sai governo, os oligarcas e seus filhos, netos, cônjuges, irmãos e sobrinhos seguem dando as cartas. A transferência de poder de uma geração a outra da mesma família provoca tanto a formação de uma base parlamentar avessa a mudanças significativas como a perpetuação no poder de políticos tradicionais desgastados ou até impedidos de concorrer em eleições”. **

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Veja a lista completa das famílias na política

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Família Tatto (PT)
Principal nome: Arselino Tatto, eleito pela primeira vez em 1988
Base eleitoral: São Paulo
Membros: Nilto Tatto, Jilmar Tatto, Enio Tatto e Jair Tatto

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Família Leite (DEM)
Principal nome: Milton Leite, eleito pela primeira vez em 1996
Base eleitoral: São Paulo
Membros: Milton Leite Filho e Alexandre Leite

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Família Furlan (PSDB)
Principal nome: Rubens Furlan, eleito pela primeira vez em 1976
Base eleitoral: Barueri
Membros: Bruna Furlan e Toninho Furlan

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Família Covas (PSDB-PODE)
Principal nome: Mário Covas Júnior, eleito pela primeira vez em 1962 e já falecido
Base eleitoral: São Paulo e Baixada Santista
Membros: Mário Covas Neto e Bruno Covas

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Família Passos (MDB-PSD)
Principal nome: Herculano Passos, eleito pela primeira vez em 2000
Base eleitoral: Itu e região
Membros: Rita Passos e Luiz Antonio Fluery

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Família Lauro (PSB-MDB)
Principal nome: Luiz Lauro Ferreira, eleito pela primeira vez em 1976
Base eleitoral: Campinas e região
Membros: Luiz Lauro Filho, Jonas Donizette e Tadeu Marcos

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Família Russomano (PRB-PP)
Principal nome: Geraldo Russomanno, eleito pela primeira vez em 1960 e já falecido
Base eleitoral: Grande São Paulo, Vale do Paraíba e Litoral
Membros: Celso Russomanno, Mozart Russomanno e Attila Russomanno

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Família Alvino (PR)
Principal nome: Sebastião Alvino, eleito pela primeira vez em 1970
Base eleitoral: Guararema e região
Membros: Conceição Alvino, Márcio Alvino e André do Prado

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Família Fernandes (PSDB)
Principal nome: Fernando Fernandes, eleito pela primeira vez em 1990
Base eleitoral: Taboão da Serra e região
Membros: Analice Fernandes

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Família Manente (PPS)
Principal nome: Otávio Manente, eleito pela primeira vez em 1996 e já falecido
Base eleitoral: São Bernardo do Campo e região
Membros: Alex Manente

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Família Perugini (PT)
Principal nome: Ângelo Perugini, eleito pela primeira vez em 1988
Base eleitoral: Hortolândia e região
Membros: Ana Perugini

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Família Rossi (MDB)
Principal nome: Wagner Rossi, eleito pela primeira vez em 1982
Base eleitoral: Ribeirão Preto e região
Membros: Baleia Rossi

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Família Mansur (MDB)
Principal nome: Paulo Mansur, eleito pela primeira vez em 1962 e já falecido
Base eleitoral: Baixada Santista
Membros: Beto Mansur

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Família Zarattini (PT)
Principal nome: Ricardo Zarattini Filho, eleito pela primeira vez em 2002
Base eleitoral: São Paulo
Membros: Carlos Zarattini

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Família Nogueira (PSDB)
Principal nome: Antônio Duarte Nogueira, eleito pela primeira vez em 1970
Base eleitoral: Ribeirão Preto e região
Membros: Antônio Duarte Nogueira Junior

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Família Araújo (MDB)
Principal nome: Edson Coelho Araújo, eleito pela primeira vez em 1976
Base eleitoral: São José do Rio Preto e região
Membros: Edson Coelho Araújo Filho

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Família Pinato (PRB-PPS)
Principal nome: Fausto Pinato, eleito pela primeira vez em 2014
Base eleitoral: Fernandópolis e Região
Membros: Gustavo Pinato

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Família Tadeu (DEM)
Principal nome: Jorge Tadeu Mudalen, eleito pela primeira vez em 1986
Base eleitoral: Grande São Paulo
Membros: Sandra Tadeu

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Família Mentor (PT)
Principal nome: José Mentor, eleito pela primeira vez em 1988
Base eleitoral: Campinas e região
Membros: Antônio Mentor

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Família Monti (PR)
Principal nome: Milton Monti, eleito pela primeira vez em 1990
Base eleitoral: Botucatu e região
Membros: Marcos Monti

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Família Olímpio (DEM)
Principal nome: Missionário José Olímpio, eleito pela primeira vez em 1982
Base eleitoral: Itu e região
Membros: Rodrigo Moraes

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Família Marquezelli (PTB)
Principal nome: Nelson Marquezelli, eleito pela primeira vez em 1962
Base eleitoral: Pirassununga e região
Membros: Juliano Marquezelli

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Família Freire (PSD-PR)
Principal nome: Marta Costa, eleita pela primeira vez em 2004
Base eleitoral: São Paulo
Membros: Paulo Roberto Freire da Costa

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Família Teixeira (PT)
Principal nome: Wolgran Junqueira Ferreira, eleito pela primeira vez em 1962 e já falecido
Base eleitoral: São Bernardo do Campo e região
Membros: Luiz Wolgran, Paulo Teixeira e Luiz Fernando Teixeira Ferreira

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Família Abreu (PTN)
Principal nome: Dorival de Abreu, eleito pela primeira vez em 1966 e já falecido
Base eleitoral: São Paulo
Membros: José de Abreu e Renata Abreu

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Família Izar (PP)
Principal nome: Ricardo Izar, eleito pela primeira vez em 1966 e já falecido
Base eleitoral: São Paulo
Membros: Ricardo Izar Júnior e José Izar

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Família Tripoli (PSDB-PV)
Principal nome: Ricardo Tripoli, eleito pela primeira vez em 1982
Base eleitoral: São Paulo
Membros: Roberto Tripoli, Reginaldo Tripoli, Giovanna Tripoli e Rubens Tripoli

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Família Macris (PSDB)
Principal nome: Vanderlei Macris, eleito pela primeira vez em 1972
Base eleitoral: Americana e região
Membros: Cauê Macris

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*Com informações do Estadão Conteúdo
**Com informações da Folhapress