Quatro mulheres são vítimas de feminicídio em São Paulo

Dois autores dos crimes foram presos, um se suicidou após o crime e um está foragido Por Agência Brasil

Quatro vítimas de feminicídio morreram neste feriado prolongado no estado de São Paulo, segundo a Secretaria de Segurança Pública. Dois autores dos crimes foram presos, um se suicidou após o crime e um está foragido.

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O caso mais recente ocorreu em Bonsucesso, distrito de Guarulhos. R.J.S., 30 anos, matou a ex-namorada E.B. de 22 anos. Segundo testemunhas, ele foi até a casa da ex-namorada, onde disparou com arma de fogo contra ela. A vítima foi levada para o Hospital Municipal Pimentas, mas não resistiu e morreu.

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O autor dos disparos tentou se esconder em uma igreja, mas foi encontrado e detido por policias militares na madrugada deste domingo. O caso foi registrado como homicídio com agravante de feminicídio no 4º Distrito Policial.

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Outro caso foi na região do Campo Limpo, zona sul da capital paulista. J.M. da S., 47 anos, foi preso em flagrante após matar a ex-mulher R.S. de S., de 35 anos, às 21h de sexta-feira (12). A vítima foi levada para o Hospital do Campo Limpo, onde morreu.

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Confissão de crime

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A polícia encontrou J.M. da S. com a ajuda de uma testemunha, que indicou o local onde o autor do crime se encontrava. Ele, ao ser surpreendido, confessou o crime e indicou a localização da arma usada, um revólver calibre 38 com numeração raspada, que foi apreendida. O caso foi registrado no 89º Distrito Policial como homicídio com agravante de feminicídio e posse ilegal de armas de fogo.

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Na cidade de Sumaré, interior paulista, houve o terceiro caso, um homicídio seguido de suicídio. E.H.R., 45 anos, matou a esposa R.B.B., 46 anos, às 9h de sexta-feira (12).

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O casal estava em processo de separação e o homem não morava mais no imóvel onde a vítima foi morta. O marido pediu para que os dois filhos fossem para a casa do vizinho, matou a esposa e se matou em seguida. Quando a polícia chegou, encontrou os corpos e o revólver calibre 38.

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A quarta mulher morta foi a ajudante geral S.C.M., 34 anos, incendiada pelo marido, o serralheiro A.A.F., 42 anos, que está foragido.

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O crime foi na manhã do dia 8 de outubro, às 11h, na casa do casal, em Parelheiros, zona sul da capital paulista. Noite anterior ao crime, um primo da vítima foi até a casa da vítima e ouviu as discussões.

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A mulher foi levada para o Hospital do Grajaú, onde passou a semana internada para tratar as queimaduras pelo corpo, mas morreu na madrugada do sábado (13). O caso foi registrado como feminicídio no 101º Distrito Policial.