A Justiça determinou, atendendo a um pedido do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), que a Prefeitura de São Paulo cadastre novamente os 4.879 mil beneficiários do auxílio-aluguel que foram bloqueados na última semana.
O benefício no valor de R$ 400 é pago para 26.500 famílias em situação de vulnerabilidade que foram removidas de suas casas, seja por situação de risco ou por desapropriação.
O motivo da suspensão, segundo a gestão Bruno Covas (PSDB), é que um relatório constatou “fortes evidências” de que houve fraudes ao apontar que os beneficiários estavam efetuando saques para outra finalidade sem ser para complementar o aluguel.
Havia a suspeita pela gestão municipal também que essas famílias recebam o auxílio da Prefeitura de São Paulo, mas que estejam vivendo em outras cidades, principalmente da Grande São Paulo.