Ameaça de morte em escola no litoral de SP gera medo

Segundo familiares, um dos funcionários afirmou estar armado e disse que mataria todos que estivessem na Escola Estadual Padre Vitalino Bernini

Caso aconteceu na Escola Estadual Padre Vitalino Bernini, em Peruíbe; funcionário foi afastado

Caso aconteceu na Escola Estadual Padre Vitalino Bernini, em Peruíbe; funcionário foi afastado | Divulgação

Um caso de ameaças contra estudantes e professores em uma escola de Peruíbe deixou pais e responsáveis preocupados nesta segunda quinzena de outubro. Segundo familiares, um dos funcionários afirmou estar armado e disse que mataria todos que estivessem na Escola Estadual Padre Vitalino Bernini, mas a Secretaria de Educação afirmou que não havia nenhuma arma em posse do profissional e que está acompanhando o caso.

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A denúncia chegou ao Diário do Litoral na última quarta-feira (18). De acordo com a educadora Deline Francisca Silveira, que é mãe de uma das estudantes da escola, o caseiro fez uma série de ameaças contra professores e estudantes na terça-feira (17).

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“Ele mora na escola porque ele é caseiro e na terça ele começou a ameaçar os professores, os alunos e aí foi que chamaram a polícia e o SAMU e aí ontem (18) teve reunião de manhã e o vice-diretor mostrou o laudo dele mostrando que ele já veio de São Vicente e que ele foi afastado, que ele era supervisor em uma escola. Ele veio afastado e não podia trabalhar com crianças. Acabaram que não resolveram nada e marcaram para 13h30 um conselho e disseram que não podiam fazer nada que não era assim que funcionava e que não podia demitir ele”, afirmou.

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Em contato com a Secretaria da Educação (do Estado de São Paulo, entretanto, a instituição esclareceu que as informações de que o caseiro estava de posse de uma arma de fogo, não procediam e que a Diretoria de Ensino de São Vicente irá abrir uma apuração preliminar para averiguar a conduta do caseiro e que poderá resultar em sanções administrativas.

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Apesar disso, parte dos pais dos alunos decidiu não enviar mais os filhos para a escola com medo de que o homem seguisse trabalhando no local. Devido a isso, a Secretaria de Educação complementou afirmando que uma equipe gestora vai encaminhar um ofício ao Departamento de Perícias Médicas do Estado (DPME), solicitando uma nova avaliação médica do caseiro.

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“O psicólogo do programa Psicólogos da Educação e a rede protetiva estão oferecendo todo o apoio necessário ao funcionário. As aulas estão ocorrendo normalmente e o mesmo não terá contato com os estudantes e funcionários. A unidade e diretoria de ensino estão à disposição dos responsáveis e comunidade escolar para mais esclarecimentos”, complementou a nota do Estadual.