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Proposta é permitir o uso de equipamentos de diferentes voltagens em uma única entrada | Reprodução
Um estudante de medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) criou um modelo de tomada que detecta a tensão elétrica e reduz o risco de curtos-circuitos. A informação foi divulgada pelo portal Pirapop Notícias.
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O projeto foi iniciado por Lúcio Jacobelli quando ele tinha 16 anos. Atualmente, ele tem 19. A proposta é permitir o uso de equipamentos de diferentes tensões em uma única entrada, sem causar danos aos aparelhos.
A tomada tem quatro pontos de conexão: duas fases, um neutro e um terra. O diferencial está no formato dos plugues, que possuem um pino extra, sem ligação elétrica em aparelhos convencionais.
Nos dispositivos de 127 volts, esse pino funciona como uma das fases; já nos de 220 volts, ele corresponde ao neutro. Essa configuração permite uma forma específica de conexão para cada tensão.
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Em aparelhos mais antigos, a tomada permanece funcional, embora possa exigir um adaptador para dispositivos de 220 volts.
Segundo Jacobelli, a ideia surgiu após observar, em casa, a ligação de um equipamento de 220 volts em uma tomada de 110 volts.
Ao abrir a caixa, ele encontrou um fio de fase desconectado e, após realizar modificações, fez com que a tomada fornecesse a tensão necessária.
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A partir disso, percebeu que, com a inclusão de um pino extra, seria possível unir as duas tensões em um único ponto de forma segura.
Com o protótipo em funcionamento, o estudante busca parcerias para viabilizar a produção em escala.
Por menos de R$ 50, atualmente já é possível comprar uma tomada inteligente, que pode ser controlada via Wi-Fi de qualquer lugar que o usuário esteja.
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