Greve da CPTM: ferroviários decidem se param ou continuam com a paralisação após assembleia em SP

Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil (STEFZCB) não chegou a um acordo com o governo de São Paulo

Categoria havia informado que, caso as demandas fossem atendidas, a paralisação seria encerrada imediatamente/Felipe Iruatã/Folhapress

Os ferroviários das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM decidiram manter a greve durante assembleia realizada na noite desta terça-feira (4/9), após avaliarem a resposta apresentada pelo Governo de São Paulo às reivindicações da categoria.

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Com a nova determinação, as três linhas da CPTM permanecerão fora de operação a partir da 0h desta quarta-feira (5/8).

Mais cedo, os trabalhadores haviam estabelecido prazo até as 19h para que o governador Tarcísio de Freitas apresentasse uma nova manifestação sobre os pedidos do sindicato.

A categoria havia informado que, caso as demandas fossem atendidas, a paralisação seria encerrada imediatamente. No entanto, os ferroviários não aprovaram o fim do movimento.

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Greve na CPTM

A greve foi aprovada em assembleia na segunda-feira (3/8), após o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil (STEFZCB) rejeitar a proposta inicial apresentada pelo governo estadual.

Entre as principais reivindicações estavam garantias sobre a manutenção dos empregos após o período de operação emergencial da CPTM, além da preservação dos postos de trabalho e da abertura de discussões sobre a gestão das linhas.

Durante a paralisação, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) determinou a manutenção de 80% da operação nos horários de pico e 60% nos demais períodos, sob pena de multa diária de R$ 400 mil ao sindicato em caso de descumprimento.

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Em nota divulgada anteriormente, a CPTM e o Governo de São Paulo afirmaram que apresentaram à categoria propostas para preservar os postos de trabalho, incluindo a análise da absorção de empregados por outros órgãos estaduais, a discussão sobre a incorporação da Estrada de Ferro Campos do Jordão pela CPTM e a inclusão dos trabalhadores no Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe).

Sobre a nova paralisação, as entidades governamentais ainda não se pronunciaram.