Itapecerica da Serra registra três casos da varíola dos macacos

Outros seis casos suspeitos estão sob investigação, aguardando resultado de testes e exames laboratoriais

Mortes pela doença são raras, mas podem ocorrer principalmente em países imunossuprimidos

Varíola dos macacos atinge diversas cidades do estado de São Paulo | Divulgação

A Autarquia Municipal de Saúde de Itapecerica da Serra informou que foram confirmados três casos de Monkeypox, conhecida como varíola dos macacos, no município, até a última sexta-feira, dia 22. . Os pacientes foram atendidos e diagnosticados no PS Central.

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Outros seis casos suspeitos estão sob investigação, aguardando resultado de testes e exames laboratoriais. Todos os casos suspeitos e confirmados seguem em isolamento. O texto conta com informações do “Portal O Taboanense”. 

Na tarde de sexta-feira, o médico Milton Parron Júnior, responsável pela Vigilância Epidemiológica e a Coordenadora Técnica Wanessa Gerona, reuniram-se com todos os diretores dos serviços de saúde de Itapecerica de Serra, para instruí-los sobre manejo clínico, fluxos e procedimentos diante de novos casos.

A Autarquia Municipal de Saúde elaborou um Plano de Ação e está preparada para atender os casos de varíola dos macacos.

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Diagnóstico e exame

Segundo a Autarquia de Saúde, “o diagnóstico é rápido e o resultado sai em até dois dias. O protocolo para quem testar positivo para a varíola do macaco, é de isolamento que pode ser residencial ou hospitalar, além dos pacientes receberem as recomendações para evitar disseminação como: uso de máscara e higienização das mãos’.

A doença

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Monkeypox, varíola dos macacos, é uma zoonose viral, do gênero Orthopoxvirus, da família Poxviridae, que se assemelha à varíola humana, erradicada em 1980.

Sintomas

Os principais sintomas da doença são: febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios, exaustão e aparecimento de lesões.

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A infecção é autolimitada com sintomas que duram de 2 a 4 semanas, podendo ser dividida em dois períodos: incubação, que dura entre 0 e 5 dias, com febre, cefaleia, mialgia, dor das costas e astenia intensa. A erupção cutânea começa entre 1 e 3 dias após o aparecimento da febre e tem características clínicas semelhantes com varicela ou sífilis, com diferença na evolução uniforme das lesões.