O monotrilho da zona sul de São Paulo, prometido para ser inaugurado inicialmente em 2013, deve entrar em operação em 2026. A primeira fase do sistema vai ter oito estações, 10 a menos em relação ao projeto original na íntegra.
As estações anunciadas pelo governo paulista são Aeroporto de Congonhas, Washington Luís, Brooklin Paulista, Vereador José Diniz, Campo Belo, Vila Cordeiro, Chucri Zaidan e Morumbi, em um total de 6,7 quilômetros.
Esta é a primeira fase das obras, mas a gestão estadual não anunciou qualquer projeto prático para uma fase seguinte por enquanto.
Estações previstas originalmente
Originalmente, conforme proposta anunciada em 2010, a linha completa teria 17,7 quilômetros de extensão e 18 estações (Jardim Aeroporto, Congonhas, Brooklin, Vereador José Diniz, Água Espraiada, Vila Cordeiro, Chucri Zaidan e Morumbi, Panamby, Paraisópolis, Américo Mourano, Estádio Morumbi e São Paulo-Morumbi, Jabaquara, Hospital Saboia, Cidade Leonor, Vila Babilônia e Vila Paulista).
Há estudos atuais para a segunda fase de trabalhos, para criar as estações Panambi, Paraisópolis, Americo Maurano, Estádio Morumbi e São Paulo-Morumbi, onde se conectará à Linha 4-Amarela. Não há qualquer previsão, porém, para o início das obras.
Trem em alto mar
A linha terá integração com o Aeroporto de Congonhas (na estação Aeroporto de Congonhas), SPTrans (Vereador José Diniz e Chucri Zaidan), Linha 5-Lilás (Campo Belo) e com a Linha 9-Esmeralda (Morumbi). A demanda estimada é de 93 mil passageiros por dia útil.
O trecho prioritário da Linha 17 que está em implantação, compreende oito estações (do Aeroporto de Congonhas a Morumbi) e 6,7 quilômetros de extensão operacional, com previsão de conclusão em 2026.
O primeiro trem que será usado no sistema está em alto mar neste momento, após sair da China, e deve chegar ao Brasil no início de julho.
A composição que desembarca no País no próximo mês faz parte de um lote de 14 trens encomendados pelo Metrô à empresa chinesa BYD.
Obras retomadas
As obras do sistema foram retomadas em setembro do ano passado. Neste momento, os operários trabalham no acabamento das estações, nos ajustes em plataformas e na montagem das salas técnicas.
“Recentemente foi concluída a colocação das vigas da via comercial e os materiais de grande proporção, como estruturas de coberturas das estações, já estão chegando, levando ao aumento gradativo da força de trabalho, que ultrapassou a marca de mil pessoas envolvidas”, informou o Metrô, em contato com a reportagem da Gazeta.
A empresa pública também informou que ocorre atualmente a montagem das vigas no Pátio Água Espraiada, além da colocação de equipamentos de sistemas como transformadores elétricos e barras de captação de energia pelos trens.
