A média de novos óbitos e novos casos de coronavírus está caindo na capital paulista desde o dia 3 junho. Entretanto, na Grande São Paulo, que engloba 38 cidades, está seguindo um aumento no registro de mortes pela Covid-19.
Com dados contabilizados até o dia 9 de junho, a Capital registrou uma média de 105 casos nos últimos sete dias. Já a Grande São Paulo registrou uma média de 73.
A cidade de São Paulo registrou sua maior média no dia 29 de maio, quando registrava de 107 a 109 mortes por dia. Enquanto a Grande São Paulo não registrou uma queda média. A maior média registrada pela região metropolitana foi de 74 mortes na última sexta-feira (5).
FLEXIBILIZAÇÃO.
O governo estadual iniciou um plano de flexibilização da quarentena. O Plano São Paulo divide as regiões do Estado em quatro fases, aquelas cidades que estão na fase 1 (vermelha) não podem começar a flexibilização.
A capital paulista está configurada na fase 2 (laranja), podendo reabrir parcialmente o comércio e os shoppings. O comércio foi reaberto nesta quarta-feira (10) e o shoppings nesta quinta-feira (11).
Inicialmente, a Grande São Paulo não estava enquadrada na fase laranja. Os prefeitos se uniram e solicitaram uma reavaliação do governo estadual.
O Governo de São Paulo optou então, por dividir a Grande São Paulo em cinco subrregiões, e aquelas que estivessem abaixo dos índices impostos poderiam iniciar o plano de flexibilização da quarentena.
Nesta quarta-feira, o governo informou que a região da Grande São Paulo, Baixada Santista e a de Registro atingiram os índices e passaram da fase vermelha para a fase laranja, ou seja, podem iniciar a flexibilização.
Entretanto, três sub-regiões da Grande São Paulo possuem índice de óbitos superior a 1, indicando aumento de mortes nos últimos sete dias.
Houve também um retrocesso em três regiões do interior de São Paulo. Barretos, Presidente Prudente e Ribeirão Preto, que estavam com a quarentena flexibilizada, voltaram para a fase vermelha.
Os seguintes critérios são reavaliados toda semana:
– Taxa de ocupação de leitos de UTI para Covid-19;
– Proporção de leitos UTI Covid-19 a cada 100 mil habitantes;
– Variação no número de casos confirmados da doença os últimos 7 dias;
– Variação no número de novas internações nos últimos 7 dias;
– Variação no número de mortes confirmadas nos últimos 7 dias.
