‘Não tenho direito de morrer’: a frase de uma mãe atípica que abalou um ministro do STF

Em sessão no STF, o ministro Flávio Dino citou conversa marcante com mães de autistas para defender a proteção dos mais vulneráveis no país.

Ministro Flávio Dino, no plenário do STF - Foto Gustavo Moreno-STF

Em uma sessão do Supremo Tribunal Federal (STF), a angústia enfrentada por mães de autistas ganhou destaque central no plenário.

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O ministro Flávio Dino utilizou o relato de uma família brasileira em Fátima, Portugal, para fundamentar seu voto em defesa dos direitos e da proteção aos vulneráveis.

Durante o julgamento, Dino relembrou o encontro ocorrido dois anos antes com um casal do interior de São Paulo, pais de uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA). N

Na ocasião, a mãe pronunciou um desabafo marcante que marcou a trajetória do magistrado: “Eu não tenho o direito de morrer”.

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Ao resgatar a conversa vivida na Europa, o ministro enfatizou que o exercício do poder público deve responder a uma finalidade superior de amparo social.

Para o magistrado, o reencontro com a família brasileira não foi obra do acaso, mas sim um chamado de responsabilidade.