São Paulo registra 366 casos de mpox na cidade desde janeiro

De maio de 2022 até o último dia 12, já foram confirmados 3.401 casos da doença com duas mortes

Cidade de São Paulo registrou 366 casos de mpox

Cidade de São Paulo registrou 366 casos de mpox | Reuters/Folhapress

O último boletim epidemiológico da Secretaria Municipal da Saúde registrou 366 casos confirmados de mpox, de janeiro a 12 de setembro de 2024, na cidade de São Paulo.

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Na semana de 5 a 12 de setembro, foram registrados 35 novos casos da doença na capital paulista. Neste período, foram descartados 7.539 casos suspeitos e 146 aguardam confirmação. No dia 28 de agosto, a cidade já havia confirmado 22 novos casos de mpox em uma semana.

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O primeiro caso de mpox no litoral de São Paulo foi registrado em Cubatão. Outras cidades da Baixada Santista aguardam resultados para confirmar casos positivos para a doença. Um dos municípios com três registros suspeitos é Itanhaém. 

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O Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) do governo do Estado, já registrou 3.401 casos da doença confirmados e dois óbitos desde o primeiro caso, em 24 de maio de 2022, até a última atualização feita na quinta-feira (12/9).

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A maioria das pessoas afetadas é do sexo masculino, com 3151 registros, que representam 92,65% dos registros, contra 238 mulheres. 

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A primeira vacina contra mpox foi pré-qualificada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O imunizante deve ser aplicado em duas doses ou dose única nas regiões que apresentam surto da doença.

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Antes do surto de 2022, havia mais registros da doença em regiões da África Central e Ocidental, sobretudo perto de florestas, já que os hospedeiros são roedores e macacos.

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Os casos de suspeita de mpox devem procurar a unidade de saúde mais próxima para avaliação e diagnóstico.