Em uma rede social, a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) criticou uma paródia do comediante Marcelo Adnet sobre a ação publicitária do governo “Um Povo Heroico”. A ação busca “honrar heróis anônimos” da história do País e o secretário especial da cultura, Mário Frias, atua no vídeo.
“Não imaginamos que honrar um morador de rua que salvou uma desconhecida ou uma professora que morreu queimada para salvar dezenas de crianças causaria reações maldosas, carregadas de desprezo por brasileiros simples, mas imensamente bondosos”, escreveu o perfil oficial.
A secretaria também acusou o humorista de “afetar bons sentimentos, falar em defesa do povo e coisas do tipo, mas na prática desprezar as pessoas reais, de carne e osso, que são exemplo para todos”.
De que adianta afetar bons sentimentos, falar em defesa do povo e coisas do tipo, mas na prática desprezar as pessoas reais, de carne e osso, que são exemplos para todos? De que adianta gritar que ama a humanidade, mas desprezar o ser humano?
— SecomVc (@secomvc) September 5, 2020
Mário Frias, que atua no vídeo, também criticou a posição de Adnet. Em outra rede social, o secretário chamou o humorista de “frouxo e sem futuro”. “[Ele age] como se fosse um ser do bem, quando na verdade não passa de uma criatura imunda, cujo o adjetivo que devidamente o qualifica não é outro senão o de crápula”, escreveu Frias.
