Shoppings do centro não controlam fluxo de clientes no primeiro dia de abertura

Shoppings populares do Brás registraram aglomerações; distanciamento entre clientes não foi respeitado

Clientes não respeitaram distanciamento recomendado

Clientes não respeitaram distanciamento recomendado | Reprodução/Record TV

O primeiro dia de reabertura de shoppings na Capital gerou aglomerações. Mesmo com as regras rígidas de funcionamento, alguns estabelecimentos do centro não conseguiram manter o fluxo de clientes controlados.

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No Shopping Canindé, no Brás, mesmo com a entrada limitada e a medição de temperatura, os clientes se aglomeraram dentro das lojas abertas. Um dos seguranças do shopping alegou não ter recebido instruções sobre o controle de acesso.

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O Shopping Porto, localizado na mesma rua, não foi flagrado com grande número de pessoas e a distância mínima entre clientes foi respeitada. Algumas lojas estavam fechadas. No entanto, o local também não estava controlando o acesso.

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As ruas da região começaram a encher antes das 6h. O trânsito de um trajeto de 300 metros estava sendo realizado em mais de dez minutos.

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PROTOCOLO DE REABERTURA.

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Com o Plano SP, a Capital conseguiu autorização para reabrir o comércio e os shoppings nesta semana. O protocolo de reabertura estabelece que apenas 20% da capacidade habitual poderá ser utilizada, além do horário de funcionamento ser de apenas 4 horas.

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Praça de alimentação, cinemas, salões de beleza, academias e atividades para crianças seguem fechados.

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O protocolo recomenda também que o fluxo de pessoas nos sanitários e em elevadores seja controlado, não gerando aglomerações. O uso de máscaras e a disponibilização de álcool em gel também são estabelecidos.

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O protocolo também determina que colaboradores do grupo de risco da doença não retornem ao trabalho. Aqueles que possuírem sintomas, que tiveram contato com infectados ou suspeitos de terem a doença também estão impedidos.

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Além disso, o empregador deverá entrar em um acordo viável com aqueles que possuem filhos e dependem de escolas ou creches para cumprir o horário de trabalho.