VÍDEO: ‘Drive-thru’ de cocaína e crack opera ao lado de escola em SP

Três pessoas foram presas, uma delas era menor de idade

Ponto de vendas opera ao lado de escola no interior de São Paulo

Ponto de vendas opera ao lado de escola no interior de São Paulo | Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil identificou um ponto de vendas de drogas, próximo a uma escola em São José dos Campos, no interior de São Paulo. Em combate, as autoridades prenderam dois homens, de 22 e 20 anos, e apreendeu um adolescente, de 17 anos.

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Vídeo

As imagens gravadas pela polícia mostram um sistema de entrega, alguém se aproxima e recebe os entorpecentes. Confira.

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Em um primeiro momento, um veículo se aproxima à calçada e recebe algum objeto das mãos de um homem. A ação se repetiu mais duas vezes, mas na última o “cliente” veio buscar as drogas a pé.

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Ao fundo, é possível identificar pessoas na calçada e uma criança, que brincava com uma pipa.

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Prisões

Em operação da Delegacia de Polícia da Infância e Juventude (Diju), dois homens, de 22 e 20 anos, foram presos e um adolescente, de 17 anos, foi apreendido por tráfico de drogas na rua São Mateus.

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Os adultos foram levados à cadeia de Caçapava, enquanto o jovem foi direcionado à delegacia. Além das prisões, a polícia apreendeu porções de crack, cocaína e maconha.

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Segundo a Diju, a investigação começou há duas semanas, no dia 7 de maio, mas foi impulsionada após queixa na polícia por brigas constantes na escola estadual Édera Irena Pereira de Oliveira, localizada próximo ao ponto do tráfico.

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“Há cerca de 15 dias nós recebemos os relatos de algumas brigas que estavam acontecendo na escola. Fizemos diligências e identificamos esses adolescentes, que foram submetidos Vara da Infância, já que é um ato análogo à lesão corporal. Durante as diligências, nos deparamos com a situação do tráfico de entorpecentes, muito perto da escola, que estava causando pânico. Passamos então a diligenciar o local, identificamos os traficantes e prendemos”, explica Alexandre Pereira, chefe dos investigadores da Polícia Civil, segundo informações do “G1”.

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*Texto sob supervisão de Diogo Mesquita