Vídeo: empresário afirma ter sido expulso de Smart Fit após defender personal trainer

Academia emitiu nota se defendendo e justificando medida adotada

Personal relatou que a suposta falta de flexibilidade o teria levado a se alimentar dentro do banheiro da unidade

Personal relatou que a suposta falta de flexibilidade o teria levado a se alimentar dentro do banheiro da unidade | Divulgação/Redes sociais

O empresário Alan França relatou ter sido expulso de uma unidade da Smart Fit em Porto Velho, capital do estado de Rondônia, depois de se posicionar sobre as condições de trabalho de um personal trainer, identificado como Guilherme Feitosa.

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O caso começou depois que Feitosa publicou um vídeo explicando os motivos que o levaram a encerrar suas atividades na academia.

No registro, o profissional afirmou que não possuía condições mínimas de trabalho no local, dizendo ainda que era impedido de fazer suas refeições no mesmo ambiente em que os alunos ficavam. O personal relatou que a suposta falta de flexibilidade o teria levado a se alimentar dentro do banheiro da unidade. Confira: 

O vídeo rapidamente repercutiu nas redes sociais e levantou questionamentos do público sobre as condições oferecidas para professores que atuam em unidades da Smart Fit em Porto Velho.

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Posicionamento e polêmica

Depois de ver a publicação, Alan França decidiu se manifestar em apoio ao personal trainer.

“Eu conheço a realidade de perto. Sou aluno dele e sei como os profissionais são tratados. Meu comentário foi um gesto de apoio e solidariedade”, afirmou o empresário.

Em vídeo publicado em suas redes sociais, Alan disse ter sido informado por meio de um documento recebido por correspondência que não poderia mais frequentar a unidade.

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“Hoje fui surpreendido com uma notificação extrajudicial da Smart Fit, onde fui expulso da academia por expressar minha opinião em defesa de um profissional. Não é só sobre uma expulsão, é sobre dignidade humana e liberdade de expressão.”

A situação aumentou ainda mais a polêmica e inflamou os debates virtuais relacionados às condições de trabalho dos professores e sobre a atitude da empresa. 

Academia responde críticas

Em nota enviada à Gazeta de S. Paulo, a Smart Fit se defendeu sobre as acusações de péssimas condições de trabalho e reforçou que as unidades possuem a estrutura adequada para funcionários vinculados à rede. 

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“A Smart Fit conta com refeitórios em todas as suas unidades para uso exclusivo de seus funcionários. Há profissionais autônomos que atuam como personal trainers que não possuem nenhum vínculo com a Smart Fit, pagam pelo uso das academias e estão sujeitos a regras contratuais. Como os demais usuários da academia, eles não têm acesso aos refeitórios”, 

Sobre a expulsão, a academia se justificou, alegando que a medida foi tomada por uma quebra nas normas da empresa. 

O vídeo em questão foi gravado por um aluno violando as normas da Smart Fit, que proíbem qualquer captação de imagem no interior dos vestiários, o que motivou o fim do contrato com o aluno que fez as gravações.”