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Foi autorizada a redução do volume autorizado de retirada do Sistema Cantareira | Reprodução/Governo de SP
A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e a SP Águas anunciaram nesta sexta-feira (29/8) a redução do volume autorizado de retirada do Sistema Cantareira.
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Agora, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) passa a captar até 27 metros cúbicos por segundo (m³/s), em vez dos 31 m³/s liberados anteriormente.
A medida segue critérios da Resolução Conjunta nº 925/2017, criada após a crise hídrica de 2014/2015, que define limites de retirada conforme o nível dos reservatórios. Apesar de não ter comparações com a falta de água daquele ano, especialista alerta para um novo risco de racionamento.
O objetivo é garantir maior segurança hídrica para a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) e as bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ).
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O ajuste ocorre em razão da queda no volume do Cantareira, que chegou a 35,23% da capacidade útil em agosto, após meses de chuvas abaixo da média. O sistema reúne os reservatórios Jacareí, Jaguari, Cachoeira, Atibainha e Paiva Castro.
Por isso, a Sabesp poderá recorrer ao bombeamento de água do reservatório de Jaguari, na bacia do Paraíba do Sul, e alcançar até 33 m³/s de retirada.
Nesta semana, a Agência Reguladora de Serviços Públicos de São Paulo (Arsesp) determinou a adoção de um regime de prevenção e contingência, incluindo a redução noturna de água, que reduzirá no fornecimento entre 21h e 5h, para economizar 4 m³/s.
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A Sabesp também deverá apresentar um plano de contingência específico para a RMSP, enquanto o Governo do Estado reforça campanhas de conscientização para reduzir o consumo de água.
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