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Valor definitivo, porém, será conhecido somente em dezembro deste ano | Pikisuperstar/Freepik
O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) do Governo prevê para o Orçamento de 2026 um salário mínimo de R$ 1.631 no próximo ano, R$ 113 a mais que os atuais R$ 1.518, sendo uma alta de 7,44%.
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O governo enviou o PLOA ao Congresso nesta sexta-feira (29/8), mas ainda devem ser atualizados até o fim do ano, se confirmado deve ser aplicado a partir de janeiro, no salário que o trabalhador recebe em fevereiro.
Em abril deste ano, a estimativa era de R$ 1.630 para o salário mínimo. A Alesp também já havia aprovado uma proposta para aumentar o valor do salário mínimo para R$ 1.640 na cidade de São Paulo. A proposta foi enviada pelo governador Tarcísio de Freitas no fim do mês de abril.
O valor definitivo, porém, será conhecido somente em dezembro deste ano, quando será divulgado o INPC de novembro (que serve de base para a correção).
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Isso porque foi instituída por lei, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), uma fórmula de valorização real do salário mínimo, ou seja, de aumento do valor acima da inflação.
Pelo formato adotado, o reajuste corresponde à soma de dois índices:
De acordo com nota técnica divulgada em janeiro deste ano pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário mínimo serve de referência para 59,9 milhões de pessoas no Brasil.
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Além dos trabalhadores que, por contrato, recebem um salário mínimo (ou múltiplos do mínimo), há também as aposentadorias e benefícios como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) vinculados ao mesmo valor.
O salário mínimo também gera impactos indiretos na economia, como o aumento do "salário médio" dos brasileiros e a elevação do poder de compra do trabalhador.
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