McLaren de ex-baterista do Pink Floyd pode ser vendido por R$ 178 milhões em leilão

Se alcançar esse preço, o modelo estabelecerá um novo recorde como o McLaren mais valioso já vendido

Além da ligação com Mason, conhecido por sua coleção de carros históricos, o veículo se destaca pela exclusividade/Wikimedia Commons

Um McLaren F1 GTR que pertenceu por mais de 25 anos ao ex-baterista da banda Pink Floyd, Nick Mason, será colocado à venda em leilão com valor estimado em US$ 35 milhões (cerca de R$ 178 milhões).

Continua após a publicidade

Se alcançar esse preço, o modelo estabelecerá um novo recorde como o McLaren mais valioso já vendido, superando a marca de US$ 25,3 milhões registrada em 2025.

Além da ligação com Mason, conhecido por sua coleção de carros históricos, o veículo se destaca pela exclusividade. Das 106 unidades produzidas do McLaren F1, apenas 28 pertencem à versão GTR, desenvolvida para competições.

Segundo a casa de leilões RM Sotheby’s, o chassi 10R foi mantido pela fabricante desde novo, participou de testes para as 24 Horas de Le Mans de 1996 e, posteriormente, foi convertido pela própria McLaren para uso em vias públicas.

Continua após a publicidade

Carro de baterista do Pink Floyd

O carro foi adquirido diretamente da fabricante por Nick Mason em 1999 e recebeu uma pintura exclusiva em vermelho com detalhes amarelos. Ainda de acordo com a RM Sotheby’s, o modelo passou por uma restauração completa em 2009 e foi restaurado novamente após um incidente no circuito de Goodwood, em 2017.

Desde então, participou de eventos como a Rétromobile, o Goodwood Members’ Meeting e o Goodwood Festival of Speed.

Lançado em 1992 e projetado por Gordon Murray, o McLaren F1 é considerado um dos superesportivos mais emblemáticos do século XX. Equipado com um motor BMW 6.1 V12 de 627 cavalos, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos e atinge velocidade máxima de 391 km/h.