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Exposição 'Uma Viagem ao Mundo dos Brinquedos' chega ao Farol Santander

Mostra reúne mais de mil peças icônicas da história do brincar no Brasil, com raridades das décadas de 1940 a 1980

Mari Ribeiro

29/11/2025 às 22:00

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Ingressos para a exposição  'Uma Viagem ao Mundo dos Brinquedos' custam a partir de R$ 22,50

Ingressos para a exposição 'Uma Viagem ao Mundo dos Brinquedos' custam a partir de R$ 22,50 | Divulgação/Farol Santader

O Farol Santander São Paulo, no coração da capital paulista, abre a temporada de férias com "Uma Viagem ao Mundo dos Brinquedos", exposição que reúne mais de mil peças emblemáticas da história da indústria do brinquedo no Brasil.

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Farol Santander abre a temporada de férias com Uma Viagem ao Mundo dos Brinquedos, exposição que reúne mais de mil peças emblemáticas da história da indústria do brinquedo no Brasil.
Farol Santander abre a temporada de férias com Uma Viagem ao Mundo dos Brinquedos, exposição que reúne mais de mil peças emblemáticas da história da indústria do brinquedo no Brasil.
São bonecas, jogos, carrinhos, figurinhas, autoramas, robôs e outros itens que marcaram gerações; a mostra ocupa a galeria do 22º andar do edifício ícone do Centro Histórico e fica em cartaz até 1º de março de 2026.
São bonecas, jogos, carrinhos, figurinhas, autoramas, robôs e outros itens que marcaram gerações; a mostra ocupa a galeria do 22º andar do edifício ícone do Centro Histórico e fica em cartaz até 1º de março de 2026.
Ao revisitar brinquedos que atravessaram décadas e afetos, a exposição convida visitantes de todas as idades a reconhecer o brincar como prática cultural e memória coletiva.
Ao revisitar brinquedos que atravessaram décadas e afetos, a exposição convida visitantes de todas as idades a reconhecer o brincar como prática cultural e memória coletiva.
Com curadoria de Gandhy Piorski e acervo da pesquisadora e colecionadora Ana Caldatto, a mostra integra o circuito do Farol Santander, que reúne exposições, arquitetura, gastronomia e vista panorâmica da cidade
Com curadoria de Gandhy Piorski e acervo da pesquisadora e colecionadora Ana Caldatto, a mostra integra o circuito do Farol Santander, que reúne exposições, arquitetura, gastronomia e vista panorâmica da cidade
Organizada em três núcleos, a exposição reúne peças produzidas entre os anos 1940 e 1980, período de expansão da indústria nacional e de grandes transformações sociais e econômicas.
Organizada em três núcleos, a exposição reúne peças produzidas entre os anos 1940 e 1980, período de expansão da indústria nacional e de grandes transformações sociais e econômicas.
Ambientações com mobiliário e objetos de época recriam cenários familiares e urbanos, potencializando o mergulho no passado.
Ambientações com mobiliário e objetos de época recriam cenários familiares e urbanos, potencializando o mergulho no passado.
Entre as raridades estão a coleção de bonecas Susi, lançadas em 1966, e versões exclusivas produzidas no Brasil a partir de 1969, além do clássico Forte Apache Casablanca.
Entre as raridades estão a coleção de bonecas Susi, lançadas em 1966, e versões exclusivas produzidas no Brasil a partir de 1969, além do clássico Forte Apache Casablanca.
Com mais de 40 anos de dedicação, Ana Caldatto se tornou referência nacional na preservação dos brinquedos brasileiros. Fotos: Divulgação/Farol Santander
Com mais de 40 anos de dedicação, Ana Caldatto se tornou referência nacional na preservação dos brinquedos brasileiros. Fotos: Divulgação/Farol Santander

São bonecas, jogos, carrinhos, figurinhas, autoramas, robôs e outros itens que marcaram gerações.

Com curadoria de Gandhy Piorski e acervo da pesquisadora e colecionadora Ana Caldatto, a mostra ocupa a galeria do 22º andar do edifício ícone do Centro Histórico e fica em cartaz até 1º de março de 2026.

Ao revisitar brinquedos que atravessaram décadas e afetos, a exposição convida visitantes de todas as idades a reconhecer o brincar como prática cultural e memória coletiva.

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A mostra integra o circuito do Farol Santander, que reúne exposições, arquitetura, gastronomia e vista panorâmica da cidade.

"A exposição propõe um mergulho sensível e afetivo pelas infâncias brasileiras entre os anos 1940 e 1980, período em que os brinquedos refletiam, em forma, cor e função, as transformações culturais, sociais e tecnológicas do país", afirma Bibiana Berg, head sênior de Experiências, Cultura e Impacto Social do Santander Brasil.

O brinquedo como memória e cultura

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A curadoria parte da ideia de que o brinquedo nasce da cultura, mas é reinventado pela imaginação infantil.

"Brincar é uma lavoura imaginária, onde a criança planta as sementes de si", diz Piorski.

Cada peça exposta carrega marcas de seu tempo, dos hábitos domésticos aos sonhos tecnológicos, do afeto familiar à cultura pop, e revela como diferentes épocas moldaram o universo lúdico no País.

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Organizada em três núcleos, a exposição reúne peças produzidas entre os anos 1940 e 1980, período de expansão da indústria nacional e de grandes transformações sociais e econômicas.

Ambientações com mobiliário e objetos de época recriam cenários familiares e urbanos, potencializando o mergulho no passado.

Entre as raridades estão a coleção de bonecas Susi, lançadas em 1966, e versões exclusivas produzidas no Brasil a partir de 1969, além do clássico Forte Apache Casablanca, um dos brinquedos mais populares das décadas de 1960 e 1970.

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Núcleos da exposição

Nascimento da indústria e os primeiros imaginários

O núcleo apresenta brinquedos associados ao cuidado da casa e às convenções de gênero, além de referências da corrida espacial, da Guerra Fria e dos primeiros filmes de espionagem.

Há bonecas de pano, borracha, baquelite e plástico; brinquedos de lata litografada; jogos de madeira; e soldadinhos de chumbo.

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Entre os destaques está a primeira boneca Emília, feita em feltro e vendida exclusivamente nas lojas Mesbla, além das célebres casas de lata e miniaturas de utensílios domésticos.

Brincar como invenção e descoberta

Aqui estão brinquedos que estimularam curiosidade científica e experimentação: microscópios, kits de química, jogos elétricos, máquinas de costura e conjuntos de engenharia.

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O núcleo também traça a evolução das bonecas, com destaque para a Susi Olhos Pintados, primeira fashion doll brasileira, além de robôs nacionais que ganharam enorme popularidade. Uma rara miniatura do Postinho Esso, em madeira, integra o acervo.

Popularização do plástico, cultura pop e vida nas ruas

Com a expansão da produção e novos materiais, os brinquedos se espalharam pelo país. Bicicletas, skates, autoramas, figurinhas, jogos de botão, bonecas de papel e eletrônicos convivem com o surgimento dos videogames.

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Entre os destaques estão os primeiros consoles fabricados no Brasil, como o Telejogo Philco e o Atari, além dos walk-talkies. Bonecas e bonecos com articulações, mecanismos elétricos e pilhas, carrinhos automáticos e a primeira Barbie produzida no Brasil, lançada em 1982, também marcam o período.

O acervo de Ana Caldatto

Com mais de 40 anos de dedicação, Ana Caldatto se tornou referência nacional na preservação dos brinquedos brasileiros.

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"Sou uma colecionadora de emoções", resume ela. Cada peça, com suas marcas de uso, carrega histórias e transporta o visitante a diferentes momentos do tempo. Seu acervo cobre itens dos anos 1920 aos dias atuais, com destaque para as décadas de 1960, 1970 e 1980, quando o plástico democratizou o ato de brincar.

Serviço

"Uma Viagem ao Mundo dos Brinquedos"

Quando? Até 1º de março de 2026
Onde? Farol Santander São Paulo – Galeria do 22º andar - Rua João Brícola, 24 – Centro, São Paulo/SP
Funcionamento: De terça a domingo, das 9h às 20h
Ingressos: R$ 45 (inteira)/R$ 22,50 (meia); vendas no site do Farol Santander São Paulo e na bilheteria

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