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Mostra apresenta obras que perpassam grande parte da carreira do artista, desde 1870 até 1920 | Divulgação/MASP
A exposição “A Ecologia de Monet”, do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, o MASP, atingiu um marco histórico de público. Desde a abertura, em maio, até o último domingo (24/8), a mostra do impressionista francês recebeu 410 mil visitantes.
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O número igualou o recorde das duas últimas exposições de maior sucesso do MASP “Tarsila Popular”, que em 2019 recebeu 410 mil visitantes, e superou “Monet - O Mestre do Impressionismo”, vista por 401 mil pessoas em 1997.
Devido ao grande interesse do público, além da prorrogação da mostra até sábado (6/9), o Museu também ampliará os horários de funcionamento na última semana da exposição e oferecerá novas opções de visitas com entrada gratuita.
Na terça-feira (2/9), o MASP funcionará das 10h até a meia-noite (com entrada até as 23h) e os ingressos, como em todas as terças-feiras, serão gratuitos. Na quinta (4/9), na sexta (5/9) e no sábado (6/9), o Museu também ficará aberto até às 24h e os ingressos serão de graça das 18h às 23h.
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Para visitar a exposição é necessário reservar as entradas com antecedência no site oficial do MASP.
Mostra “A Ecologia de Monet”
Com mais de 30 pinturas de Claude Monet (Paris, França, 1840 - Giverny, França, 1926), muitas inéditas no hemisfério sul, a exposição apresenta uma leitura contemporânea sobre a relação do impressionista francês com a natureza, as transformações ambientais, a modernização da paisagem e as tensões entre ser humano e natureza.
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“A Ecologia de Monet” apresenta obras que perpassam grande parte da carreira do artista, desde 1870 até 1920, revelando diferentes momentos de sua relação com a paisagem e com o meio ambiente.
Com curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico do MASP, e Fernando Oliva, curador do MASP, com assistência de Isabela Ferreira Loures, assistente curatorial do MASP, a mostra aborda diferentes aspectos da relação de Monet com a ecologia em cinco núcleos: “Os barcos de Monet”; “O Sena como Ecossistema"; "Neblina e Fumaça"; “O Pintor como Caçador”; “Giverny: Natureza Controlada”.
“É inegável que o artista teve um olhar atento para as transformações ambientais de seu tempo, documentando desde a industrialização crescente até fenômenos naturais, como enchentes e degelos. No entanto, a relação de Monet com a ecologia da época era outra, muito diferente das dimensões atuais do termo, tanto no campo das ciências do clima como no da história da arte. Ainda assim, é possível traçar leituras contemporâneas sobre o seu trabalho, especialmente se considerarmos a força e o impacto que sua obra segue exercendo na sociedade”, afirma Fernando Oliva.
Serviço
“A Ecologia de Monet”
Onde? MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - avenida Paulista, 1578, Bela Vista, São Paulo, SP - 1° andar, Edifício Lina Bo Bardi
Quando? Até sábado (6/9)
Quanto? R$ 75 (inteira) e R$ 37 (meia-entrada); reserva obrigatória
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