Na próxima segunda-feira (20/7), a Globoplay lançará o filme documental “Preta – Eu Não Ando Só” e a série, também documental, “Meu Nome é Preta”, em homenagem ao legado da cantora Preta Gil, que morreu há um ano em decorrência de complicações de um câncer colorretal (câncer de intestino), aos 50 anos.
No programa “É de Casa”, exibido pela Globo no sábado (18/7), foram adiantados alguns trechos dos documentários, e um deles chamou a atenção do público. Na cena, Preta, sempre bem-humorada, conta que escapou de receber o nome Pedra, escolhido inicialmente por Gilberto Gil, seu pai, por ser o feminino de Pedro, irmão mais velho da cantora.
“Ô Jesus, ainda bem que não deu certo”, brinca Preta, aliviada com o desfecho da história. “Mas acho que o nome Preta não teve tanta vantagem assim, do ponto de vista de uma aceitação. O estranhamento foi o mesmo”, reflete Gilberto Gil sobre a escolha do nome da filha.
Ainda no trecho, Gil relembra que enfrentou resistência no momento de registrar a filha. Segundo ele, o tabelião do cartório tentou convencê-lo a desistir do nome escolhido, mas o cantor insistiu “se pode Branca, porque não pode Preta?” e conseguiu oficializar o registro como desejava.
Homenagens à Preta Gil
A produção documental “Preta – Eu Não Ando Só” acompanha os últimos anos de vida da artista a partir de imagens gravadas por ela e por pessoas próximas durante o tratamento contra o câncer.
Já “Meu Nome é Preta” revisita toda a sua trajetória, da infância à consagração como cantora, empresária e uma das vozes mais importantes na defesa da diversidade no Brasil.
Os dois documentários fazem parte do projeto “Quanto Mais Preta, Melhor”, uma homenagem da TV Globo ao legado de Preta Gil. “Preta – Eu Não Ando Só” será exibido pela emissora na segunda-feira (20/7) após a novela “Quem Ama Cuida”.
