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EDUCAÇÃO NA PANDEMIA

104 casos de Covid são registrados em escolas estaduais de SP, diz sindicato

Apeoesp registrou em dois dias 104 casos de Covid na rede estadual, entre professores, funcionários e alunos, e pede limitação de alunos em sala de aula

Bruno Hoffmann

Publicado em 09/02/2022 às 12:38

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Aulas presenciais São Paulo / Saulo Dias/Photo Press/Folhapres

A Apeoesp, sindicato que representa os professores de São Paulo, registrou 104 casos de Covid-19 em 26 escolas do estado de São Paulo entre segunda-feira (7), quando começou a fazer o levantamento, até as 17h30 desta terça (8). Entre os contaminados, há 66 professores, 13 funcionários e 25 alunos.

Em nota, a entidade defende ensino remoto para crianças não vacinadas e no máximo 25 alunos por sala de aula. Para a presidente da Apeoesp, a deputada estadual Professora Bebel (PT-SP), essas medidas são fundamentais para aumentar a segurança sanitária nas escolas do Estado.

“Precisamos de testagem em massa nas unidades escolares, além da manutenção do ensino remoto para as crianças não vacinadas. Outra medida urgente é que o governo estabeleça o número máximo de 25 estudantes por sala de aula. Só assim será possível cumprir o distanciamento e melhorar a qualidade do ensino”, explica Bebel.

Ainda segundo o sindicato, o levantamento de casos de Covid nas escolas estaduais de São Paulo será atualizado diariamente e publicado pelo site da entidade.

As aulas na rede estadual paulista voltaram em 2 de fevereiro, quarta-feira da semana passada, de forma presencial, após dois anos de estudo remoto e híbrido. O retorno presencial é obrigatório, com exceção dos alunos com comorbidades ou com familiares infectados pela Covid.

Uma resolução da Secretaria de Educação do Estado determina que estudantes da apresentem comprovante de vacinação contra a  doença e todas as outras vacinas prescritas pelas autoridades sanitárias durante o segundo bimestre de 2022, mas só a partir de abril.

O Estado também está enfrentando dificuldades em garantir todas as vagas para a primeira série do ensino fundamental. Na última quinta (3), reportagem do jornal "Folha de S.Paulo" mostrou que até 14 mil crianças da capital paulista chegaram a ficar na fila de espera por uma matrícula no 1º ano do ensino fundamental.

O governo João Doria (PSDB) tem convocado pais e responsáveis para efetuar a matrícula, mas não garante o início imediato das aulas.

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