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Cauê Macris foi nomeado como secretário da Casa Civil de Doria um dia após deixar a presidência da Assembleia Legislativa de SP
Cauê Macris foi nomeado como secretário da Casa Civil de Doria um dia após deixar a presidência da Assembleia Legislativa de SP
Foto: Alesp/Bruna Sampaio

Cauê Macris assume Casa Civil de Doria após deixar presidência da Alesp

Macris era presidente da Alesp até segunda, quando o também tucano Carlão Pignatari foi eleito para comandar a Casa pelo próximo biênio

Um dia após deixar a presidência da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, o deputado estadual Cauê Macris (PSDB) foi anunciado como secretário da Casa Civil do Governo de São Paulo e sua nomeação foi publicada na edição desta terça-feira do Diário Oficial do Estado. Ele era presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo até a última segunda-feira (15), quando Carlão Pignatari (PSDB) foi eleito para comandar a Casa pelo próximo biênio.

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O governador João Doria (PSDB) celebrou a ida de Cauê para o governo. “Cauê une capacidade de realização, conhecimento e entusiasmo na gestão pública. O Governo de São Paulo ganha com a sua capacidade de interlocução, envolvendo sociedade civil e Poder Legislativo. Nosso objetivo neste momento é um só: superar a pandemia do coronavírus”, disse Doria.

Eleição na Alesp

O deputado estadual Carlão Pignatari foi eleito na tarde de segunda-feira (15) como o novo presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Ele recebeu 65 votos dos parlamentares da Casa, contra 16 votos de Major Mecca, cinco de Sergio Victor (Novo) e quatro de Carlos Giannazi (PSOL). O PSDB está na liderança da Alesp desde 2007.

Pignatari, com base eleitoral na região noroeste do Estado, vai substituir Cauê Macris (PSDB) e ficará no cargo até 2023. "Aceito com muito orgulho a missão que me foi dada, neste momento histórico e, infelizmente, triste para o mundo", disse o tucano em seu primeiro discurso como presidente.

No início deste mês, a coluna De Olho no Poder, da Gazeta, antecipou que Pignatari seria o vencedor. Um acordo recorrente entre PSDB, PT e DEM costuma garantir a presidência aos tucanos, a primeira secretaria aos petistas e a segunda secretaria ao DEM.

 

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