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Foto: Arquivo/DL

Baixada Santista terá plano inédito de destinação de áreas da União

Rosana Valle se reuniu com secretaria nesta terça para discutir plano de habitação, portuário e de ocupações irregulares na região

A Secretaria do Patrimônio da União (SPU) pretende lançar um plano inédito para a Baixada Santista em abril para contemplar a destinação de suas áreas na região e, assim, resolver problemas históricos de habitação, portuários e de ocupações irregulares. O compromisso foi firmado nesta terça-feira pelo Secretário Nacional de Coordenação e Governança do SPU, coronel Mauro Filho, em reunião por videoconferência convocada pela deputada federal Rosana Valle (PSB).

De acordo com a assessoria de Rosana, o chamado Plano de Negócios para a Baixada Santista atenderá os problemas levantados pela deputada na reunião, como a destinação de áreas para projetos habitacionais que ajudem a reduzir déficit de 100 mil moradias, como também a falta de estacionamento para 3 mil caminhões nas margens esquerda e direita do Porto de Santos.

“São problemas cujas soluções interferem e conflitam entre o setor portuário, de moradia e até de clubes esportivos e projetos educacionais, como o da Unifesp, uma vez que todos dependem da regularização e destinação de áreas da União muito disputadas”, afirmou a deputada, que disse que o coronel Mauro Filho aceitou ir à região.

“A Baixada Santista é nossa prioridade e vamos tratar de todos os aspectos da região que têm a ver com áreas da União. Agradeço a deputada por fazer estes assuntos brotarem todos de uma vez, o que nos permite dar um direcionamento inédito nesse sentido”, disse o secretário Nacional de Governança do Patrimônio da União, que integra o Ministério da Economia.

A equipe técnica da SPU informou que há pelos menos 15 grandes áreas já identificadas que podem resolver muitos problemas urgentes. Informaram ainda que a SPU já cedeu o equivalente, com base no valor venal de IPTU, a R$ 5 bilhões em áreas para a região, atendendo projetos como os da entrada de Santos, Nova Ponta da Praia, entre outros.

Um dos problemas considerados mais graves é a falta de estacionamento para os caminhões no Porto de Santos. O presidente da Santos Port Authority (SPA), Fernando Biral, definiu a situação como explosiva e que precisa de solução urgente, por haver risco de paralisação do porto.

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