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LITERATURA

Academia Itanhaense de Letras lança livro em Itanhaém

Para celebrar os 25 anos, lançamento será na terça-feira (19), às 19 horas, na Pinacoteca Municipal Alfredo Volpi

Nayara Martins

Publicado em 18/07/2022 às 08:35

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Sobre o título do livro "Academia veste prata", Beth explica que foi realizado um concurso interno e cada acadêmico sugeriu um nome / Nair Bueno / Diário do Litoral

“Academia veste prata”. Esse é o título do livro a ser lançado na próxima terça-feira (19), às 19 horas, na Pinacoteca Municipal Alfredo Volpi, em Itanhaém, para celebrar os 25 anos da Academia Itanhaense de Letras (AIL).

“O livro é um marco para a Academia Itanhaense de Letras que completa 25 anos nesta terça-feira. A proposta foi que cada acadêmico participasse do livro e contasse a sua trajetória, em forma de conto, de crônica ou poesia, desde a entrada até os dias atuais”, afirma a presidente da AIL, Elizabeth Cury Bechir Watanabe. 

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Hoje são 24 membros efetivos da Academia, além de mais 29 acadêmicos correspondentes de outras cidades. 
Sobre o título do livro – “Academia veste prata”, Beth explica que foi realizado um concurso interno e cada acadêmico sugeriu o nome, sem a identificação da pessoa. A sugestão escolhida foi a da acadêmica Rosa de Moraes, aprovada por todos.    

Beth relembra a época da fundação, com a presença de 19 acadêmicos fundadores da AIL. “Eles se reuniram há 25 anos, no dia 19 de julho de 1997, na Casa de Câmara e Cadeia, hoje Casa da Memória Conceição de Itanhaém, para fundar a Academia Itanhaense de Letras”. Atualmente, dos fundadores da AIL, restam apenas os acadêmicos efetivos Lina de Lima e Ernesto Bechelli.

Beth passou a participar na AIL em 2006 e ocupou o cargo como diretora social. E também assumiu a presidência em quatro gestões seguidas, no período de 2011 a 2019. 

Entre as principais atividades da AIL destacam-se diversas exposições, visitas às escolas com palestras sobre a importância da leitura aos alunos, saraus e lançamentos de livros dos acadêmicos.

A divulgação sobre o lançamento do livro está sendo feita pelas redes sociais e via Whatsaap para entidades culturais de toda a região. A organização do livro foi feita pela editora Arché. 

Interessados em prestigiar o evento podem comparecer na Pinacoteca Municipal, na terça-feira (19). O livro, no valor de R$ 70,00, pode ser comprado no lançamento ou em contato com a editora Arché – arché@archeeditora.com.br.

SARAU.
Haverá ainda ainda um sarau, em comemoração aos 25 anos de fundação da AIL. O sarau “Modernismo 100 anos depois”, acontece com a apresentação do grupo “Cantos Literários”, de Santos, na segunda-feira (18), a partir das 17 horas, no Gabinete de Leitura José Rosendo, na praça Carlos Botelho, 149, no centro de Itanhaém.

HISTÓRIA.
No final dos anos 1980, havia um antigo morador e amante das artes e das letras em Itanhaém, Antônio Simões de Carvalho, mais conhecido como seu “Carvalhinho”, já falecido. 

Nessa época, em virtude de um concurso de poesias realizado na cidade, seu “Carvalhinho” convidou os participantes do concurso para as reuniões mensais em sua casa. 

Nas reuniões, regadas a literatura, surgiu o Galpão de Itanhaém – Grupo de Apoio às Letras, Poesias e Artes Ocorrentes. O grupo começou a promover alguns movimentos e ações culturais na Cidade, como exposições de poemas em varais e cordéis. 

Outro amante das letras e das artes foi o professor Rubens Maranhão, também falecido. Ele foi o maior incentivador para que fosse fundada uma Academia de Letras, em Itanhaém, em 19 de julho de 1997.

Mais uma das fundadoras da AIL foi a professora Cely Apparecida Faria Spina, que faleceu em setembro de 2020. O seu nome foi indicado para o Centro de Línguas e Literatura de Itanhaém, inaugurado em abril deste ano.

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