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Economia

Capital: Aluguel residencial tem alta de 2,2% em maio

Nos primeiros cinco meses do ano, os valores dos contratos tiveram elevação de 1,4% em comparação com o mesmo período de 2021

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Vista da cidade de São Paulo / Bruno Hoffman/Gazeta de S. Paulo

O valor dos novos contratos de aluguel residencial na cidade de São Paulo teve alta de 2,21% entre junho de 2021 e maio deste ano, segundo pesquisa do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).

O índice é menor do que a inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGPM) da Fundação Getulio Vargas, que ficou em 10,72% para o período. O índice é usado como referência para o reajuste anual da maior parte dos contratos.

Nos primeiros cinco meses do ano, os valores dos contratos tiveram elevação de 1,4% em comparação com o mesmo período de 2021. Em maio, os alugueis registraram alta de 0,4% em relação ao mês anterior, sendo que os imóveis de um quarto tiveram o maior aumento, de 0,5%.

O fiador foi a forma de garantia mais usada pelos inquilinos, presente em 45,5% dos contratos de maio. O depósito de três meses de aluguel foi utilizada por 39,5% e o seguro-fiança por 15%.

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