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Desentendimento entre os governos pode atrasar túnel Santos-Guarujá

Governo Federal afirmou que seguirá com obra do empreendimento sem ajuda do Estado

Da Reportagem

Publicado em 24/01/2024 às 14:57

Atualizado em 24/01/2024 às 15:01

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A estimativa é de que o túnel ligando Santos a Guarujá pode vir a atender 40 mil pessoas diariamente / Divulgação

O túnel submerso que fará a ligação entre as cidades de Santos e Guarujá pode vir a passar por atrasos. O motivo seria um possível ‘desentendimento’ entre o Governo Estadual, liderado por Tarcísio de Freitas, e pelo Governo Federal, com o Presidente Lula, a respeito da ‘paternidade’ do empreendimento. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.

Até o momento, o Governo Federal possui intenção de contar com menor participação da iniciativa privada, enquanto o Estado deseja financiar o túnel por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP).

Do lado do Governo do Estado, o debate é de que o Governo Federal gostaria de controlar a obra com o objetivo de levar Geraldo Alckmin de volta ao cargo mais alto do Executivo de São Paulo em 2026. Em contrapartida, autoridades do Planalto afirmam que o Estado vem atrasando uma atualização da licença ambiental para que o Governo Federal não finalize o túnel sozinho.

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Em São Paulo, o governo diz que tem disponibilidade financeira e de captação para realizar a obra enquanto alega que a União não requisitou uma nova licença para iniciar o projeto.

A estimativa é de que o túnel ligando Santos a Guarujá pode vir a atende 40 mil pessoas diariamente. Com três faixas por sentido e menos de 2 quilômetros de extensão, o túnel geraria uma economia considerável para os condutores, uma vez que as alternativas atuais são a balsa, que pode ter um tempo de espera de 20 minutos e mais de uma hora em dias de tráfego intenso, e um trecho de estradas com mais de 43 quilômetros de extensão.

A novela do túnel entre Santos e Guarujá ganhou novos capítulos ainda em janeiro, após Rui Costa, atual ministro-chefe da Casa Civil, relatou ao Estado que a União assumiria a obra em sua totalidade.

 

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