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Guarujá apresenta ônibus ecologicamente correto e almeja frota 100% elétrica em 5 anos

Otimista, o prefeito Válter Suman afirma que veículo deverá combater também a poluição sonora

LG Rodrigues

Publicado em 09/02/2023 às 12:12

Atualizado em 09/02/2023 às 12:15

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O primeiro ônibus foi apresentado na manhã desta quinta-feira (9) no Paço Municipal / Nair Bueno/DL

De olho em um futuro mais ecologicamente equilibrado e mais livre de um transporte público abastecido por veículos movidos a combustão, a Prefeitura de Guarujá prepara o início da circulação de ônibus elétricos pelo município. O primeiro deles foi apresentado na manhã desta quinta-feira (9) no Paço Municipal.

Com capacidade para transportar  78 passageiros, sendo 41 sentados e 37 em pé, ele inicialmente realizará a linha 003, que faz o trajeto entre o Terminal Vicente de Carvalho e o Ferry Boat. O ônibus possui autonomia para rodar até 250 quilômetros com a carga completa.

"Esse equipamento vai melhorar muito porque tenho certeza que esse é o futuro realmente. Não tem como mais, é o futuro. Emissão de poluente, emissão de ruído, acredito que vai melhorar bastante. Grandes coisas estão por vir, grandes coisas vão acontecer nesse lugar", afirmou Sandro Pereira da Silva, secretário municipal de Defesa e Convivência Social.

O ônibus elétricos foram apresentados pela City Transporte. Segundo a empresa, esse se trata do primeiro ônibus de grande porte no município com emissão zero de carbono e a sua utilização evitará a emissão de  94 toneladas de CO2 na atmosfera ao ano, que é o equivalente ao plantio de 671 árvores. A expectativa do prefeito é de Guarujá se tornar pioneira no assunto na Baixada.

"Todo bom exemplo é seguido. Nós adotamos aqui medidas que já são realidade também em outras cidades, em outras áreas da gestão pública. Tenho certeza que hoje nós estamos sendo protagonistas, não resta nenhuma dúvida", afirmou Válter Sumam.

De acordo com a plataforma E-BUS Radar, que monitora a evolução da frota de ônibus elétricos na América Latina, até agosto do ano passado, o Brasil possuía apenas 69 ônibus convencionais movidos a bateria e outros 302 trólebus, que usa energia elétrica para se movimentar, mas depende das instalações urbanas da rede elétrica.

Para Suman, a esperança é de ter toda a frota funcionando de forma elétrica em até cinco anos.

"Eu tenho eu tenho a boa mania de profetizar coisas positivas pro Guarujá e é o que está acontecendo haja vista nossa concretização, a passos firmes, rumo ao nosso futuro com o aeroporto civil metropolitano. [Os ônibus] são algo que dá certo, algo que respeita a natureza, respeita o ser humano, a tendência é que rapidamente a frota antiga seja substituída por ônibus que simbolizem a sustentabilidade e o respeito ao meio ambiente", finaliza.

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