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Feminicídio

Justiça nega recurso para homem que matou namorada grávida asfixiada

A condenação de 38 anos e 5 meses de prisão foi mantida, o crime aconteceu após o homem tentar induzir a vítima a praticar um aborto

Da Reportagem

Publicado em 12/12/2022 às 15:55

Atualizado em 12/12/2022 às 15:59

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Jovem grávida é morta em SP corpo foi encontrado na zona rural de MG / Reprodução/ EPTV

Neste sábado (10), a Justiça de SP divulgou que manteve a condenação de 38 anos e 5 meses de prisão, em regime inicial fechado, para Carlos Pinho do Santos, preso por matar a namorada Marcela Aranda, em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo. 

O pedido para redução da pena foi negado no dia 23 de novembro deste ano. 

Segundo informações do portal “G1”, o homem asfixiou sua namorada, que estava grávida, depois de tentar induzi-la a praticar um aborto. O crime foi registrado no dia 8 de fevereiro de 2020. 

Carlos abandonou o corpo de Marcela abandonou o corpo da vítima às margens do Rio Sapucaí, perto do bairro Paraíso dos Pescadores, em São Sebastião da Bela Vista, Minas Gerais. 

No mesmo ano do assassinato, o homem se entregou a polícia, confessou o crime e revelou o local onde deixou o corpo da vítima. 

A Justiça de SP manteve a condenação de 38 anos e 5 meses de prisão, em regime inicial fechado, para Carlos Pinho do Santos, preso por matar a namorada Marcela Aranda, em Guarulhos. O pedido para redução de pena foi negado no dia 23 de novembro deste ano e divulgado neste sábado (10) pelo Tribunal de Justiça (TJ).

O crime foi registrado no dia 8 de fevereiro de 2020 no bairro Paravent. De acordo com os autos do processo, Carlos asfixiou Marcela, que estava grávida, após tentar convencê-la a praticar aborto por uso de medicamentos.

No mesmo dia, ele abandonou o corpo da vítima às margens do Rio Sapucaí, perto do bairro Paraíso dos Pescadores, em São Sebastião da Bela Vista, Minas Gerais. O local fica a 200 quilômetros de Guarulhos.

Ainda em fevereiro daquele ano, ele se entregou à polícia, confessou o crime e informou aos policiais o local onde havia deixado o corpo.

De acordo com o Tribunal de Justiça (TJ), Carlos foi condenado em 5 de maio de 2022 pelo Tribunal do Júri de Guarulhos pelos crimes de feminicídio e ocultação do cadáver.


 

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