Publicidade

X
Segurança

Letalidade policial no estado de SP cai quase 40% em cinco anos

Em 2021, 570 pessoas morreram em ações envolvendo policiais civis e militares e 2017, foram 941

Publicidade

Polícia Civil do estado de São Paulo / x

A letalidade policial no estado de São Paulo caiu quase 40% em cinco anos. Em 2021, 570 pessoas morreram em ações envolvendo policiais civis e militares em serviço e de folga - em comparação com 2017, foram 941. As informações são do portal G1.

A queda tem relação com uma decisão política institucional - que aconteceu em São Paulo depois que nove jovens morreram durante uma ação da Polícia Militar em um baile funk na favela de Paraisópolis em dezembro de 2019 - explicou a diretora-executiva do Fórum de Segurança Pública, Samira Bueno.

 

 

"A partir disso você tem a troca do comando geral da Polícia Militar e uma série de iniciativas com foco no controle da atividade da PM. A mais conhecida da população são as câmeras corporais, claro que isso só foi possível porque temos uma série de ações de gestão que foram incluídas por parte da PM no acompanhamento e de monitoramento das operações", afirmou ela.

Para a Polícia Militar, o motivo da queda na letalidade são as medidas que vão desde o fortalecimento da disciplina até o uso de equipamentos menos letais. "Quando colocamos esses números de mortes por 100 mil habitantes, a Polícia Militar do estado de São Paulo está entre as instituições menos letais, com a taxa de 0,9 morte por 100 mil habitantes", afirma major Rodrigo Cabral, porta-voz da PM.

Mais 7 mil câmeras portáteis serão colocadas nos uniformes dos agentes da PM paulista para tentar conter eventuais desvios de conduta, abusos de autoridade e violência policial.

As Câmeras Operacionais Portáteis (COP) gravam tudo automática e ininterruptamente, sem que o agente precise acioná-los, e começaram a ser usados pela primeira vez em junho de 2021.

Deixe a sua opinião

VEJA TAMBÉM

ÚLTIMAS

Inclusão

TRF suspende liminar que obrigava IBGE a incluir orientação sexual no Censo

Instituto argumenta que não teria tempo hábil nem orçamento suficiente para fazer o acréscimo das perguntas de forma adequada no levantamento

CPI do MEC

Suspeita de interferência de Bolsonaro aumenta pressão por CPI do MEC

A oposição no Senado ainda tenta engrossar com ao menos mais dois nomes o requerimento para criação de uma CPI do MEC

©2021 Gazeta de São Paulo. Todos os Direitos Reservados.

Layout

Software