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Sabesp: secretária diz que baixar tarifas é requisito para novas medidas

Natália Resende, secretária de Infraestrutura no Governo de SP, afirma que irá universalizar acesso ao saneamento

Joe Silva

Publicado em 12/01/2023 às 14:22

Atualizado em 12/01/2023 às 14:48

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Natália Resende, Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de SP / Reprodução/TV Globo

A nova chefe da "supersecretaria" que une Infraestrutura, Meio Ambiente, Logística e Transportes, no governo paulista, afirmou nesta quinta-feira (12) que não irá tomar nenhuma medida em relação à Sabesp antes de baixar as tarifas. O posicionamento de Natália Resende ocorre após a declaração do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) que confirmou que irá privatizar a companhia.

Além de prometer que as tarifas pelo fornecimento de água em parte de São Paulo não irão aumentar (sem definir o período), Rezende também afirmou que vai trabalhar pela universalização do acesso à água no Estado, mas não explicou como pretende atingir essa meta. As declarações foram feitas em entrevista ao jornal Bom Dia SP.

“O que a gente sempre tem que pensar quando a gente faz esse tipo de estudo, a gente tem que olhar pro usuário e falar: “O que eu quero?”. Eu quero baixar tarifa, então, diretrizes do governador, a gente não vai fazer nada sem baixar tarifa, antecipar universalização. Como é que a gente faz isso? trazendo investimentos, conversando com os municípios, prorroga os prazos dos contratos existentes, traz esse valor pra agora, faz mais investimentos e leva pra sociedade muitas vezes que é desassistida com esses serviços", disse.

A Sabesp fornece serviços para 375 municípios do Estado e mais de 20 milhões de consumidores e é uma empresa de economia mista, que negocia ações na bolsa de São Paulo e na de Nova York. 

A companhia é considerada uma das maiores empresas do segmento do mundo e responde por 30% de todos os investimentos em saneamento no Brasil.

Concessão de parques 

Na mesma entrevista, a secretária também afirmou que pretende ampliar a concessão de parques públicos, assim como ocorreu na gestão anterior, quando o Estado concedeu três parques localizados na capital paulista à iniciativa privada. 

O Consórcio Novos Parques Urbanos foi escolhido para administrar por 30 anos os parques da Água Branca, Villa-Lobos e Cândido Portinari. 

"A gente quer estimular mais, a população no parque, a concessão de parque, que já tem aqui em São Paulo, a gente quer fazer mais". 

Obras e pedágios

Natália disse também que o Governo paulista vai retomar obras paradas, como a do Rodoanel, e que pretende rever contratos de pedágios das rodovias. 

"A gente vai fazer a concessão do Rodoanel, o leilão acontece no dia 14 de março e aí, no âmbito dentro da concessão, tem um cronograma e isso envolve R$ 3,4 bilhões de investimentos, R$ 2 bilhões só pra conclusão dessas obras."

 

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