USP, Unesp e Unicamp melhoram avaliações em rankings internacionais no 1º semestre

USP e Unesp foram as duas universidades estaduais paulistas que se destacaram; as instituições aliam ensino e pesquisa com impacto social

Universidades públicas paulistas enfrentam dois desafios principais, segundo o deputado estadual

Vista aérea da USP | Cecília Bastos/USP Imagens

Em junho, a Universidade de São Paulo subiu 30 posições no QS World University Ranking 2024, da consultoria britânica especializada em ensino superior Quacquarelli Symonds (QS).

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Com isso, ela foi eleita a 85ª melhor do mundo e se tornou a primeira brasileira a entrar no top 100 – entre mais de 3 mil.

E neste mês, a Universidade Estadual Paulista foi a melhor brasileira avaliada em um levantamento publicado pela consultoria britânica Times Higher Education, que considera apenas universidades “jovens” – com menos de 50 anos de existência. Na listagem mundial, a Unesp ficou colocada na faixa entre 301ª e 350ª posição.

A Times Higher Education também fez um levantamento da América Latina levando em conta todas as universidades.

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Neste ranking, USP e Unicamp dominaram o top 3, ao lado da Pontifícia Universidade Católica do Chile.

As instituições se destacam por aliarem ensino e pesquisa de excelência e com impacto social.

Os índices também avaliam o impacto comercial e o valor industrial das pesquisas desenvolvidas.

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Além dos rankings, alunos da USP se destacaram também na competição mundial de foguetes universitários Spaceport America Cup, que aconteceu no fim de junho nos Estados Unidos.

O Projeto Júpiter, equipe de foguetemodelismo da Escola Politécnica (Poli), ficou em segundo lugar com o foguete Juno III.

Neste ano, seis universidades estaduais atendem 246,8 mil alunos, entre graduação, pós, mestrado e doutorado, com investimento previsto de R$ 16,7 bilhões em todo o ano.