Variações entre ondas de forças semelhantes que passaram pelo núcleo em diferentes momentos permitiram aos cientistas medir mudanças na posição do núcleo interno e calcular sua rotação – (LoganArt/Pixabay)Pesquisadores da Universidade de Pequim analisaram dados sísmicos de terremotos entre 1990 e 2021. Eles descobriram que o núcleo interno da Terra pode ter desacelerado, parado e até invertido sua rotação – (Freepik)Mudanças drásticas têm intrigado pesquisadores desde sua descoberta pela sismóloga dinamarquesa Inge Lehmann em 1936, e a forma que ele se movimenta (velocidade e direção de rotação) tem sido o centro de um debate que dura décadas – (ColiN00B/Pixabay)Além disso, mudanças na interação entre o núcleo e o manto podem afetar atividades sísmicas e a movimentação das placas tectônicas, impactando a dinâmica terrestre – (Freepik)Variações na rotação do núcleo podem alterar o comprimento dos dias na Terra, com mudanças na ordem de milissegundos. Essas pequenas oscilações podem influenciar processos climáticos a longo prazo – (Freepik)O núcleo da Terra, composto por uma bola de metal sólido localizada no interior do planeta, gira independentemente da rotação do nosso planeta. Contudo, uma alteração misteriosa chamou a atenção de especialistas – (Freepik)Os cientistas ainda investigam como essas mudanças podem afetar o clima global e a estabilidade do planeta – (qimono/Pixabay)Segundo o estudo publicado na Nature Geoscience, variações nesse equilíbrio podem levar a oscilações na rotação do núcleo ao longo das décadas. Esse fenômeno já ocorreu na década de 1970, sugerindo um ciclo de 70 anos – (Freepik)Até 2009, o núcleo girava mais rápido que a superfície terrestre. Após esse período, a rotação começou a desacelerar e pode ter parado temporariamente – (Freepik)Embora os efeitos diretos sejam sutis, a inversão da rotação do núcleo pode influenciar o campo magnético da Terra. Esse campo protege o planeta da radiação solar e é essencial para sistemas de navegação e comunicação – (Freepik)