Os seres humanos possuem vários tipos de inteligência, e entre elas está a inteligência emocional, a capacidade de entender e gerir não só os próprios sentimentos mas também o das pessoas com quem se relaciona.
E para desenvolver a inteligência emocional é preciso desenvolver também a empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro e sentir o que ele sente. Pode parecer fácil, mas manter a empatia nos diversos conflitos que a vida impõe é desafiador.
Mas existe um truque para transmitir mais tranquilidade e acolhimento em suas conversas: a comunicação empática. Entenda melhor sobre essa maneira de conduzir conversas, talvez você já a pratique e nem saiba.
Mais do que palavras
Quando conversamos, não são apenas as palavras que transmitem o que pensamos e sentimos. Diversos aspectos da linguagem não verbal também pesam muito na mensagem que queremos transmitir.
Conforme explica a psicóloga Denise Milk, a comunicação empática depende também desses aspectos: “Quando alguém fala com suavidade, com escuta real e escolha cuidadosa de expressões, o outro sente que existe espaço para existir”, disse para o portal Minhavida.
O truque é focar na conexão com o interlocutor, e não em seu convencimento. Mesmo nas conversas mais difíceis e espinhosas.
Comunicação empática no trabalho
Um dos ambientes onde a comunicação empática se mostra mais importante é no trabalho. O cotidiano profissional impõe estresse e conflito a todo o momento, em toda decisão, e nem sempre é fácil chegar num consenso.
Algumas frases, se aplicadas com moderação e do jeito certo, transformam as suas relações de trabalho e tornam as atividades mais proveitosas, já que todos desempenham melhor com menor estresse. Veja alguns exemplos:
- “Me conta como você está vendo essa situação”
- “Faz sentido para você o que estamos alinhando aqui?’
- “Se eu entendi bem, o que você quis dizer foi…”
- “Eu estou aqui para contribuir, não para te pressionar”
- “Antes de seguirmos, quero te ouvir”
Todas elas têm em comum a intenção de aproximar o interlocutor e encorajá-lo a falar o que sente. Com o tempo, receber esses “feedbacks emocionais” se torna um costume, e você vai se tornar uma pessoa empática sem nem perceber.



