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Para você que está cansada de musculção, essa é a melhor forma de emagrecer | Freepik
Para quem foge da rotina da academia, a dança pode ser a solução ideal. Além de prazerosa, a atividade é apontada por especialistas como uma poderosa aliada na prevenção e no controle de doenças respiratórias.
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A dança é muito mais do que uma forma de expressão artística ou lazer. Quando praticada de forma regular, ela se transforma em uma atividade física completa, capaz de beneficiar diretamente o sistema respiratório. Movimentos contínuos, variações de ritmo e controle da respiração estimulam os pulmões e fortalecem a musculatura envolvida no processo respiratório.
Além disso, a dança também auxilia no controle do peso corporal, melhora a qualidade do sono e reduz o estresse, fatores que impactam diretamente a saúde respiratória. “Conforme o paciente ganha resistência física e aumenta sua tolerância ao esforço, há uma redução significativa dos sintomas alérgicos”, explica a médica.
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Nem todas as pessoas se adaptam à musculação tradicional. O ambiente da academia, a repetição dos exercícios e a rotina rígida podem afastar quem busca prazer na atividade física. Nesse cenário, a dança se destaca por unir diversão e condicionamento físico no mesmo movimento.
Segundo especialistas, a dança promove fortalecimento muscular, ganho de resistência, melhora do equilíbrio e aumento da flexibilidade, benefícios que muitas pessoas procuram nos treinos convencionais. A diferença é que, ao dançar, o esforço físico acontece de forma mais leve e natural.
Para reforçar a importância da atividade física regular, campanhas de saúde têm adotado a dança como símbolo de movimento e bem-estar. “Escolhemos a dança por ser uma das expressões mais completas de saúde”, afirmou Braz Nicodemo, diretor-presidente do Hospital Paulista.
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Apesar dos benefícios conhecidos, o sedentarismo ainda é um problema grave no Brasil. Dados do Ministério da Saúde apontam que apenas 11% dos moradores da cidade de São Paulo praticam atividades físicas de forma regular, um número considerado preocupante por especialistas.
Entre os homens, a taxa é ainda menor, com apenas 8,16% mantendo uma rotina ativa. Já entre as mulheres, o índice sobe para 13%, mostrando que ainda existe uma grande parcela da população afastada do exercício físico e mais vulnerável a problemas de saúde.
Estudos da Harvard Medical School indicam que a prática regular de exercícios pode aumentar a concentração e a memória em até 30% em adultos e idosos. “O mais importante é que cada pessoa encontre no movimento uma forma de promover o bem-estar físico e mental”, conclui Cacá Ferreira, gerente técnico da Companhia Athletica.
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