Localizada no Vale do Anhangabaú, está uma das edificações mais tradicionais da história de São Paulo. O Edifício Martinelli, aberto em 1929, reúne uma arquitetura luxuosa, uma fachada icônica e volta a receber visitantes.
O prédio faz parte de roteiros mal-assombrados da capital após passar por depredações, assassinatos e outros crimes cometidos nas instalações entre as décadas de 1950 e 1970.
O registro de atividades paranormais nas redondezas gera curiosidade e se torna parte dos roteiros de passeios pela região.
Uma das principais histórias do Edifício Martinelli é de que há um fantasma perambulando a partir do 20.º andar. O espírito seria de uma garota chamada Rosa, que foi vista pela última vez entrando no prédio com um homem mais velho.
O paradeiro da garota nunca foi informado, mas trabalhadores do prédio dizem ter encontrado os sapatos dela no 17.º andar.
Outra lenda que ronda o Edifício é a de um zelador que pegou o elevador até o 14.º andar para apagar as luzes, mas foi interrompido por uma voz que pedia para deixá-las acesas. Mesmo sabendo que não havia pessoas no prédio, procurou de onde viria a voz e encontrou um fantasma “trabalhando”.
Hoje em dia, o Martinelli espantou a fama de um local mal-assombrado e já conta com mais de 3.000 funcionários e um fluxo diário de 5.000 pessoas por dia. Além disso, as visitações ao terraço de um dos principais prédios de São Paulo voltaram à ativa.
De forma gratuita, os visitantes podem adentrar o edifício exclusivamente às terças-feiras, com seis horários disponíveis entre 12h30 e 17h30.
Cada visita tem aproximadamente 45 minutos e é conduzida pela empresa Vai de Roteiro. As vagas são limitadas e a reserva deve ser feita antecipadamente pelo site oficial do Edifício Martinelli, disponibilizadas sempre às quintas-feiras anteriores, ao meio-dia.






