A nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) agora permite que brasileiros possam viajar para oito países do Mercosul sem passaporte. São eles Argentina; Bolívia; Chile; Colômbia; Equador; Paraguai; Peru e Uruguai.
A medida foi oficializada nesta sexta-feira (29/5) e amplia o uso do documento unificado em viagens internacionais dentro da região.
A autorização vale para destinos que mantêm acordos de livre circulação com o Brasil por meio do Mercosul e de tratados regionais.
Com isso, a CIN passa a ser aceita nos controles migratórios dos países participantes, desde que esteja dentro das condições exigidas pelas autoridades locais.
O RG antigo ainda é aceito no Mercosul?
Sim, o RG antigo ainda vale para viajar. No entanto, existem regras rígidas que você precisa observar para não ter problemas no guichê de imigração.
De acordo com as diretrizes do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) e da Polícia Federal, o modelo tradicional continua sendo aceito nos países que fazem parte ou são associados ao bloco do Mercosul.
O grande segredo não está no formato do documento, mas sim no seu estado de conservação e na sua data de emissão.
A regra de ouro dos 10 anos de emissão
Embora o decreto federal determine que o RG antigo continue válido em território nacional até 2032, as regras para voos internacionais são diferentes.
Para fins de turismo nos países vizinhos, a recomendação oficial é que a cédula de identidade tenha menos de 10 anos de emissão.
- Identificação clara: A foto do documento deve permitir a identificação imediata do titular. Se você mudou muito de fisionomia, pode enfrentar problemas.
- Estado de conservação: Rasuras, aberturas no plástico ou rasgos são motivos comuns para rejeição no embarque.
- Nada de CNH: Lembre-se de que a Carteira Nacional de Habilitação não é aceita para trâmites migratórios internacionais, mesmo em formato físico.
